quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Berço da Humanidade, gondawana

A existência dos continentes desaparecidos se baseia em tradições, em documentos às vezes duvidosos, mas também em dados científicos extremamente importantes. O geofísico alemão Wegener, supõe que na antiguidade havia um único continente terrestre que após convulsões geológicas se dividiu, ou foi dividido pelo surgimento de massas que emergiram dos estratos móveis do sigma (magma) do interior do planeta.
Essa é a teoria da deriva dos continentes. Estudos recentes de geologia marinha trouxeram mais uma explicação para o fenômeno: durante milênios o fundo do mar foi se alargando, separando a massa emersa em continentes distintos.
Esse fenômeno continua ainda em nossos dias, pois com a atividade vulcânica submarina as fissuras e as crateras dos grandes dorsais dos oceanos continuam expelindo lava. Para dar um exemplo, as matrizes que são os dorsais (um dorsal é uma cordilheira submarina que se estende por todo o comprimento do oceano) do Atlântico e do Pacifico continuam emitindo uma espécie de tapete rolante de terras que saem do interior do globo. Dessa maneira, a América se afasta da África e da Europa a uma certa velocidade, e também vice-versa.
Daniel Behrmann escreveu no Courrier de l'Unesco (Courrier de l'Unesco, julho de 1970, Paris. Planet Ocean, a aventura dos homens que se dedicam à oceanografia, trad, francesa, ed. Robert Laffont, 1971) que a massa continental original, ou Pangéia (Pan: tudo, Geia: deusa da Terra) começou a se dividir mais de 1000 milhões de anos atrás. Cogita-se que naquela época havia três continentes emersos. Dois grandes: América do Sul-África de um lado e Ásia-Europa do outro. A Índia atual à deriva do oceano, ao largo do Quênia e do Tanganyca (atual Tanzânia).



Resumindo, o globo naquela época se apresentava da seguinte forma:

--- 120 milhões de anos atrás estava se formando o dorsal do centro do Atlantico com a separação de Pangéia: As Américas e a África começaram a derivar, respectivamente para oeste e leste.

--- 60 milhões de anos atrás o Oceano Atlântico já existia, mas o Brasil ainda estava muito próximo da Guiné. A Índia estava se aproximando da Ásia.

--- 30 milhões de anos atrás a América do Sul estava se afastando mais da África. A Africa estava se aproximando da Europa e a India da Ásia.

--- 15 milhões de anos atrás a América do Sul se reunia com a América do Norte (que talvez rinha se destacado da Ásia Oriental); a África reunia-se à Asia Menor e a Índia com a Ásia oriental). A compressão das massas produziu as elevações montanhosas do Líbano, do Cáucaso e do Himalaya.

Pelo estudo dos resíduos de magnetismo nas rochas supõe-se que no fim do terciário, o polo magnético se localizava a 65 º de latitude, aproximadamente entre a baía de Hudson e a Groelândia. Essa localização corresponde à do país do Hiperbóreo, mencionado nas mitologias arianas.

Nessas condições, se nosso globo em vez de ter uma inclinação de cerca de 23 graus no plano elíptico, estava na posição vertical; as estações deviam ser iguais em todos os lugares e o Hiperbóreo, cercado por suas montanhas de gelo, devia gozar de uma temperatura diurna praticamente ideal, como aliás dizem os documentos antigos.

Essa seria uma boa explicação pelas samambaias gigantes e pelas vegetações tropicais cujos restos foram encontrados na Escandinávia e até regiões mais ao norte.

Essa tese foi apoiada também pelo professor Robert Diets, geólogo da Enviromental Science Service de Washington que com partes da África, da América do Sul, da Austrália e da Índia reconstruiu um continente que foi batizado Gondwana. Por outros geólogos de vanguarda, a Gondwana é o continente do sul oposto, na era secundária , ao continente do norte, ou Escudo escandinavo.

Fonte: http://tantettaus.blogspot.com.br/2014/01/a-raca-humana-extraterrestre-vinha-de.html




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