quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Berço da Humanidade, gondawana

A existência dos continentes desaparecidos se baseia em tradições, em documentos às vezes duvidosos, mas também em dados científicos extremamente importantes. O geofísico alemão Wegener, supõe que na antiguidade havia um único continente terrestre que após convulsões geológicas se dividiu, ou foi dividido pelo surgimento de massas que emergiram dos estratos móveis do sigma (magma) do interior do planeta.
Essa é a teoria da deriva dos continentes. Estudos recentes de geologia marinha trouxeram mais uma explicação para o fenômeno: durante milênios o fundo do mar foi se alargando, separando a massa emersa em continentes distintos.
Esse fenômeno continua ainda em nossos dias, pois com a atividade vulcânica submarina as fissuras e as crateras dos grandes dorsais dos oceanos continuam expelindo lava. Para dar um exemplo, as matrizes que são os dorsais (um dorsal é uma cordilheira submarina que se estende por todo o comprimento do oceano) do Atlântico e do Pacifico continuam emitindo uma espécie de tapete rolante de terras que saem do interior do globo. Dessa maneira, a América se afasta da África e da Europa a uma certa velocidade, e também vice-versa.
Daniel Behrmann escreveu no Courrier de l'Unesco (Courrier de l'Unesco, julho de 1970, Paris. Planet Ocean, a aventura dos homens que se dedicam à oceanografia, trad, francesa, ed. Robert Laffont, 1971) que a massa continental original, ou Pangéia (Pan: tudo, Geia: deusa da Terra) começou a se dividir mais de 1000 milhões de anos atrás. Cogita-se que naquela época havia três continentes emersos. Dois grandes: América do Sul-África de um lado e Ásia-Europa do outro. A Índia atual à deriva do oceano, ao largo do Quênia e do Tanganyca (atual Tanzânia).



Resumindo, o globo naquela época se apresentava da seguinte forma:

--- 120 milhões de anos atrás estava se formando o dorsal do centro do Atlantico com a separação de Pangéia: As Américas e a África começaram a derivar, respectivamente para oeste e leste.

--- 60 milhões de anos atrás o Oceano Atlântico já existia, mas o Brasil ainda estava muito próximo da Guiné. A Índia estava se aproximando da Ásia.

--- 30 milhões de anos atrás a América do Sul estava se afastando mais da África. A Africa estava se aproximando da Europa e a India da Ásia.

--- 15 milhões de anos atrás a América do Sul se reunia com a América do Norte (que talvez rinha se destacado da Ásia Oriental); a África reunia-se à Asia Menor e a Índia com a Ásia oriental). A compressão das massas produziu as elevações montanhosas do Líbano, do Cáucaso e do Himalaya.

Pelo estudo dos resíduos de magnetismo nas rochas supõe-se que no fim do terciário, o polo magnético se localizava a 65 º de latitude, aproximadamente entre a baía de Hudson e a Groelândia. Essa localização corresponde à do país do Hiperbóreo, mencionado nas mitologias arianas.

Nessas condições, se nosso globo em vez de ter uma inclinação de cerca de 23 graus no plano elíptico, estava na posição vertical; as estações deviam ser iguais em todos os lugares e o Hiperbóreo, cercado por suas montanhas de gelo, devia gozar de uma temperatura diurna praticamente ideal, como aliás dizem os documentos antigos.

Essa seria uma boa explicação pelas samambaias gigantes e pelas vegetações tropicais cujos restos foram encontrados na Escandinávia e até regiões mais ao norte.

Essa tese foi apoiada também pelo professor Robert Diets, geólogo da Enviromental Science Service de Washington que com partes da África, da América do Sul, da Austrália e da Índia reconstruiu um continente que foi batizado Gondwana. Por outros geólogos de vanguarda, a Gondwana é o continente do sul oposto, na era secundária , ao continente do norte, ou Escudo escandinavo.

Fonte: http://tantettaus.blogspot.com.br/2014/01/a-raca-humana-extraterrestre-vinha-de.html




domingo, 7 de setembro de 2014

Êxodo - Travessia do Mar Vermelho e as descobertas de Ronald Wyatt

Êxodo - Travessia do Mar Vermelho e as descobertas de Ronald Wyatt

Em 1984, R. Wyatt, fotografou e filmou as regiões de Midiã na Arábia, levantando provas e evidências da verdadeira rota dos hebreus. Muitos documentos e até mesmo nossas bíblias modernas trazem mapas apontando uma outra rota possível para os reais itinerários do povo de Israel, contudo carecem de comprovação arqueológica

Mesmo sem haverem provas concretas algumas regiões no Egito foram tradicionalmente aceitas por judeus e cristãos como sendo a rota do Êxodo. Um Monastério foi construído pelo Imperador Justiniano em 527 DC que determinou a localização do Monte Sinai. Anteriormente já havia sido construída uma igreja neste local pela mãe do Imperador Constantino.

Mas esse pequeno vale não tem espaço para acomodar mais de 2 milhões de hebreus com seus animais e objetos. Em Êxodo 3.12, o verdadeiro monte fica em Midiã na Arábia, onde Moisés pastoreava para seu sogro. Região que foi primordialmente alvo das pesquisas do Sr. R. Wyatt e sua equipe.

O que anteriormente se presumia era que a travessia do povo no Mar Vermelho teria ocorrido no Mar de Juncos (Lagos Amargos) onde hoje é o conhecido Canal de Suez. Mas o local onde podem ser obtidos mais indícios da travessia é a praia de Nuweiba no Golfo de Áqaba, a única praia no Mar Vermelho suficientemente grande para a quantidade dos hebreus do Êxodo (cerca de 2 milhões). Para alcançar essa praia o povo teria caminhado mais de 300km sem fazer pausas e com alimento apenas para 7 dias (Êxodo 13.6-8).



Uma base forte para também se acreditar que a travessia foi realizada neste local é o fato de ter sido detectado através de mapeamento topográfico a existência de um platô de 100 metros de profundidade e 900 metros de largura com rochas agrupadas em linhas nas bordas formando uma espécie de ponte que se estende por aproximadamente 18 km da costa egípcia até a costa árabe. o que teria levado em torno de seis horas para o povo ter percorrido esta distancia.





Alem das teorias do Sr. R. Wyatt. já demonstrarem ter uma maior consistência do que as que antes foram estabelecidas por outros pesquisadores. O que vem a validar mais fortemente as suas idéias é o fato de que duas colunas idênticas foram encontradas às margens do Mar Vermelho. Ambas trazendo inscrições antigas em hebraico.



A primeira coluna foi encontrada no lado egípcio (Nuweiba) em 1978 com inscrições em hebraico ilegíveis pela erosão.

Em 1984 no lado árabe (Midiã), foi encontrada a segunda coluna tem a mesma inscrição da primeira, é legível as palavras: Egito; Salomão; Edom; morte; faraó; Moisés; e Yahuh significando o milagre da travessia do Mar Vermelho por Moisés e que foi erigida por Salomão, em honra a Yahuh. Há uma referência em Isaías 19.19 que pode estar se referindo a coluna do lado egípcio.

Tendo em vista todas estas descobertas os arqueólogos agora estavam convencidos que a travessia do Mar Vermelho teria ocorrido exatamente neste local devido ao numero grandioso de probabilidades, e o fato de existirem estas duas colunas de um lado a outro do mar traçando assim uma linha reta.

As colunas teriam sido erigidas pelo rei Salomão que em sua época possuía o controle dos mares e tinha autoridade nestas regiões.

Então tendo por base as duas colunas traçou-se uma rota de mergulho que esperava-se que revelaria indícios de uma travessia de uma grande multidão naquele local. E também teriam que ser encontradas provas de que pessoas teriam sido mortas quando o mar se fechou.



Curiosamente foi exatamente isso que os mergulhadores encontraram. Indícios mais do que suficiente para comprovarem que os textos bíblicos eram exatos. Em profundidades de mergulho até 60 metros, a partir de 1978 feitos por Wyatt, foram encontrados artefatos, como ossos, cascos, rodas, restos dos carros egípcios entre outros objetos.





O material encontrado estava incrustado nos corais que haviam crescido com o passar dos anos, no entanto foram usados detectores de metais e foi possível perceber que além do que foi trazido a superfície ainda havia muitos objetos fossilizados nos corais, provavelmente pedaços de carruagens egípcias.






Também foram encontradas rodas recobertas de materiais nobres como ouro e prata. Estas estavam em melhor estado de conservação devido a maior resistência destes metais nobres.


Em outra matéria, analisamos os eventos que antecederam o Êxodo, será que as pragas do Egito podem ser explicadas pela Ciência? Podem mesmo ser atribuídas ao poder de Deus? Quem eram os Israelitas? Qual é a data correta para o evento? 





quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ebola - Diário da epidemia de 2014

Após fazer uma matéria a respeito dessa doença devastadora, decidi colocar aqui um relatório, que será atualizado diariamente, da evolução da epidemia que já atingiu 5 países da África,
O primeiro paciente que se sabe ter contraído a doença na epidemia atual foi uma criança de 2 anos, mas a forma como o menino se contaminou em dezembro passado, em um vilarejo da Guiné, ainda é desconhecida. Acredita-se que, depois de matar a mãe e a irmã do garoto, o vírus tenha atravessado fronteiras depois do funeral da avó da criança, uma curandeira que tratava infectados e que morreu em 1º de janeiro. Estima-se que 12 mulheres tenham contraído a doença durante os ritos fúnebres e levado o ebola para Serra Leoa.



Depois de atingir o país vizinho, o ebola se espalhou rapidamente pela Libéria e pela Nigéria, sendo transmitido entre pessoas por meio do contato com fluidos corporais de indivíduos doentes. “O primeiro caso, na verdade, vem a partir do contato humano com um animal infectado. O reservatório é ambiental. Mas, a partir do momento em que uma pessoa é infectada, a cadeia de transmissão passa a ser os seres humanos, e o vírus é transmitido pelo contato com as secreções”, explica o especialista brasileiro José Cerbino, médico infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI). Desde então, o patógeno sofreu mais de 50 mutações, dando origem a pelo menos uma nova cepa.

22/03/2014 - Epidemia de ebola já matou mais de 50 pessoas na Guiné, diz governo

24/03/2014 - Epidemia de ebola chega à capital da Guiné

25/03/2014 - Serra Leoa detecta casos suspeitos de ebola na fronteira com Guiné

04/04/2014 - África Ocidental se mobiliza contra propagação do vírus do ebola

06/04/2014 - Gana anuncia primeiro caso de suspeita de ebola no país

05/07/2014 - Surto de Ebola está 'fora de controle' em partes da África, alerta MSF

08/07/2014 - Vírus ebola já matou 518 pessoas em Libéria, Serra Leoa e Guiné, diz OMS

16/09/2014 - Por Ebola, Quênia fecha fronteiras com Guiné, Libéria e Serra Leoa

21/08/2014 - África do Sul fecha fronteiras aos países mais afetados pelo ebola

25/08/2014 - Nigéria confirma 13 casos de ebola

29/08/2014 - Primeiro caso de ebola é confirmado no Senegal

31/08/2014 - Hospital sueco investiga caso suspeito de Ebola, diz imprensa local

02/09/2014 - Ebola matou 31 na República Democrática do Congo

03/09/2014 - Ebola matou mais de 1.900 na África na pior epidemia da doença, diz OMS

03/09/2014 - Primeiro paciente britânico com ebola recebe alta após tratamento
William Pooley, de 29 anos, contraiu o vírus em Serra Leoa.
Paciente foi tratado em regime de isolamento e recebeu droga experimental.

04/09/2014 09h11 - Johnson & Johnson iniciará testes de vacina contra ebola no início de 2015
Objetivo é criar vacina que previna as cepas Zaire e Sudão do ebola.
Doença já matou 1.900 pessoas na África, afirma a OMS.

05/09/2014 - OMS recomenda usar sangue de pessoas curadas para tratar ebola

08/09/2014 - Ebola está se espalhando exponencialmente na Libéria, alerta OMS

09/09/2014 - Epidemia de ebola provocou 2.288 mortes, quase a metade nos últimos 21 dias










segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Ebola - A epidemia de 2014



Cinco países na África enfrentam o pior surto de todos os tempos dessa terrível doença.
O que é essa doença? Onde se originou? Quais são os sintomas? Existe atualmente um tratamento para essa doença?

Se contraído, o Ebola é uma das doenças mais mortais que existem. É um vírus altamente infeccioso que pode matar mais de 90% das pessoas que o contraem, causando pânico nas populações infectadas.
A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou centenas de pessoas com a doença e ajudou a conter inúmeras epidemias ameaçadoras.

“Eu estava coletando amostras de sangue de pacientes. Nós não tínhamos equipamentos de proteção suficientes e eu desenvolvi os mesmo sintomas”, diz Kiiza Isaac, um enfermeiro ugandense. “No dia 19 de novembro de 2007, recebi a confirmação do laboratório. Eu havia contraído Ebola”.

Fatos
A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença.

Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa.

“MSF foi para Bundibugyo e administrou um centro de tratamento. Muitos pacientes receberam cuidados. Graças a Deus, eu sobrevivi. Depois da minha recuperação, me juntei a MSF”, conta Kiiza.

Estima-se que, até janeiro de 2013, mais de 1.800 casos de Ebola tenham sido diagnosticados e quase 1.300 mortes registradas.

Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram.

Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.

MSF tratou centenas de pessoas afetadas pelo Ebola em Uganda, no Congo, na República Democrática do Congo, no Sudão, no Gabão e na Guiné. Em 2007, MSF conteve completamente uma epidemia de Ebola em Uganda.



O que causa o Ebola?
O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais.

Agentes de saúde frequentemente são infectados enquanto tratam pacientes com Ebola. Isso pode ocorrer devido ao contato sem o uso de luvas, máscaras ou óculos de proteção apropriados.

Em algumas áreas da África, a infecção foi documentada por meio do contato com chimpanzés, gorilas, morcegos frutívoros, macacos, antílopes selvagens e porcos-espinhos contaminados encontrados mortos ou doentes na floresta tropical.

Enterros onde as pessoas têm contato direto com o falecido também podem transmitir o vírus, enquanto a transmissão por meio de sêmen infectado pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica.
Ainda não há tratamento ou vacina para o Ebola.

Sintomas
No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico.

A doença é frequentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.

Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir.

Diagnóstico
Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns.

Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes.

Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção.

“Agentes de saúde estão, particularmente, suscetíveis a contraírem o vírus, então, durante o tratamento dos pacientes, uma das nossas principais prioridades é treinar a equipe de saúde para reduzir o risco de contaminação pela doença enquanto estão cuidando de pessoas infectadas”, afirma Henry Gray, coordenador de emergência de MSF durante um surto de Ebola em Uganda em 2012.

“Nós temos que adotar procedimentos de segurança extremamente rigorosos para garantir que nenhum agente de saúde seja exposto ao vírus, seja por meio de material contaminado por pacientes ou lixo médico infectado com Ebola”.



Tratamento
Ainda não há tratamento ou vacina específicos para o Ebola.

O tratamento padrão para a doença limita-se à terapia de apoio, que consiste em hidratar o paciente, manter seus níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratar quaisquer infecções. Apesar das dificuldades para diagnosticar o Ebola nos estágios iniciais da doença, aqueles que apresentam os sintomas devem ser isolados e os profissionais de saúde pública notificados. A terapia de apoio pode continuar, desde que sejam utilizadas as vestimentas de proteção apropriadas até que amostras do paciente sejam testadas para confirmar a infecção.

MSF conteve um surto de Ebola em Uganda em 2012, instalando uma área de controle entorno do centro de tratamento.

O fim de um surto de Ebola apenas é declarado oficialmente após o término de 42 dias sem nenhum novo caso confirmado.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Por que Getúlio se matou?


Os últimos dias do presidente revelam o isolamento político e as ameaças que ele e sua família vinham sofrendo e que o levaram ao beco sem saída no qual acabou morto, com um tiro no peito.



Pelo telefone, claramente emocionado, o ministro da Fazenda, Oswaldo Aranha, leu para a Rádio Nacional a carta-testamento encontrada na mesinha de cabeceira do presidente morto: “Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história”. O relógio indicava que faltavam 15 minutos para as 9 da manhã daquele 24 de agosto de 1954. Nunca o país assistira a tamanha comoção popular como a que veio logo após a divulgação da notícia: Getúlio Vargas se matara, em seu quarto, por volta de 8h30, com um tiro no peito.

A pergunta que se fez à época, e que até hoje ecoa, exatos 50 anos depois, é uma só: afinal, por qual motivo Getúlio se matou? O que levou o presidente a puxar o gatilho de seu revólver, após apontá-lo contra o próprio coração? Que sentimentos insondáveis povoavam o homem Getúlio Vargas no instante daquele gesto que mudaria a história do Brasil? Como sempre ocorre, boa parte das possíveis respostas e certezas morreu junto com o próprio suicida. Mas, reconstituindo os fatos daquele aziago mês de agosto – mês de desgosto, no imaginário popular brasileiro –, é possível esclarecer os últimos momentos de Getúlio. Entre as tantas hipóteses, conjecturas e análises divergentes, uma coisa pelo menos é certa: o governo Vargas começou a morrer 20 dias antes, alvejado por outro tiro, este ironicamente disparado contra seu arquiinimigo Carlos Lacerda. Entre os dois tiros, um que atingiu o pé esquerdo de Lacerda, o outro que se alojou no peito de Getúlio, estão as respostas para a pergunta que não quer calar.

Na madrugada de 5 de agosto, pouco depois da meia-noite, Carlos Lacerda havia sido vítima de um atentado diante do portão do prédio onde morava, na rua Toneleros, em Copacabana. Dois disparos atingiram seu acompanhante, o major da Aeronáutica Rubens Vaz, que não resistiu aos ferimentos.



Carlos Lacerda escapou, por pouco, do atentado. Naquele mesmo dia exibiu, em seu jornal, as fotos de um ferimento a bala em seu pé esquerdo – ferimento cuja veracidade seria contestada depois. O prontuário do Hospital Miguel Couto, onde fora atendido, sumiria misteriosamente. Mas o estrago, àquela altura, já estava feito. “Acuso um só homem como responsável por esse crime. É o protetor dos ladrões, cuja impunidade lhes dá a audácia para atos como o desta noite. Esse homem é Getúlio Vargas”, escreveu Lacerda. A oposição tinha agora um cadáver, o do major Vaz, e seu principal representante, antes já suficientemente feroz, passara a agir a partir de então como um animal ferido.

As principais suspeitas recaíram sobre Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal do presidente. Na manhã do dia 5, Getúlio chamou Gregório e indagou-lhe se tinha participação no episódio. Ele negou.

O fio do novelo começou a despontar logo no primeiro dia, quando um motorista de táxi que trabalhava próximo ao palácio apresentou-se voluntariamente à polícia e afirmou que levara, na noite anterior, um membro da guarda presidencial, Climério de Almeida, ao local do crime.  Climério, em vez de prestar esclarecimentos, tratou de desaparecer do mapa.

Getúlio resolveu dissolver a guarda pessoal e franquear as dependências do Catete para as investigações. Tal atitude não satisfez a ira dos adversários. No Congresso, passaram a exigir a renúncia de Vargas.  No dia 12, data da missa de sétimo dia do major Vaz na Candelária, foi instaurado na Base Aérea do Galeão um inquérito policial-militar, um IPM, sob o comando do coronel Adil de Oliveira.

 Mas o pior ainda estava por vir: pelo depoimento de Alcino, as suspeitas da autoria intelectual do atentado recaíam agora sobre Lutero Vargas, ninguém menos do que o filho do presidente. Lutero, por recomendação expressa de Getúlio, apresentou-se espontaneamente ao IPM e renunciou à sua imunidade parlamentar, pondo-se à disposição das investigações. No dia 18, Climério foi preso e confessou ter recebido ordens de Gregório Fortunato, cuja prisão já havia sido determinada pelo IPM.

Fortunato, após sustentar outras versões, acabou assumindo a culpa pelo atentado contra Lacerda para proteger aquele que seria o verdadeiro culpado do crime, Benjamin Vargas, o “Bejo”, irmão caçula de Getúlio. O jornalista José Louzeiro, por exemplo, foi um que defendeu a hipótese em seu livro O Anjo da Fidelidade: A História Sincera de Gregório Fortunato. Segundo seu biógrafo John W.F. Dulles, Lacerda também tinha a firme convicção de que Bejo seria o mandante do crime.

De acordo com documentos apreendidos no porão do Catete, no arquivo pessoal de Fortunato, o filho mais novo de Getúlio, Manoel Antônio Vargas, o Maneco, vendera ao Anjo Negro uma fazenda por 3 milhões de cruzeiros – quando o salário de Fortunato não passava de 15 mil cruzeiros mensais. Era a gota d’água. “Estou mergulhado em um mar de lama”, foi a frase atribuída a Getúlio naqueles dias de tensão sem trégua.

Em 22 de agosto, um grupo de brigadeiros divulgou um manifesto que exigia a renúncia imediata do presidente. Um documento assinado por 27 generais circulou pelos quartéis e passou a ser entendido como uma espécie de ultimato: “Os abaixo-assinados (...) declaram julgar como melhor caminho para tranqüilizar o povo e manter unidas as Forças Armadas a renúncia do atual presidente da República”.



A notícia chegou a Getúlio por volta de 0h daquele trágico 24 de agosto. A informação seria levada ao Catete pelo ministro da Guerra, general Zenóbio da Costa, e pelos também generais Mascarenhas de Morais e Odylio Denys. Mascarenhas aconselhou ao presidente que, mesmo levando-se em conta o adiantado da hora, era melhor que todos os ministros fossem tirados da cama e convocados imediatamente ao palácio. A reunião se arrastou, lenta, até depois das 4 da manhã, sem chegar a nenhuma conclusão.

Após a reunião, em sua casa, Getúlio pediu para que o deixassem sozinho. Às 8h30 da manhã, ouviu-se um tiro. era o fim do governo de Getúlio Vargas.

O fato é que, se houvesse sucumbido à renúncia, tendo em vista a sanha de seus adversários e as graves acusações que recaíam contra si e seus familiares, Getúlio teria sido alvo de um linchamento moral sem precedentes. Quer dizer: o suicídio foi um ato político. “Ele preferiu protagonizar um teatro de tragédia a submeter-se à humilhação e ao teatro patético que os adversários encenariam com sua renúncia”, disse o historiador Jaime Pinsky.

Vivo, Getúlio, ou pelo menos sua família, teria de enfrentar a Justiça. “A chamada ‘República do Galeão’ prosseguiria fustigando-o, num processo que talvez culminasse com sua prisão ou a prisão de gente muito próxima a ele”, diz o historiador Marco Antônio Villa. De fato, menos de um mês depois da morte do presidente, o IPM que investigava o atentado a Lacerda foi encerrado e o irmão de Getúlio, Benjamim, e o filho, Lutero, inocentados. O único culpado foi Gregório Fortunato.

Com o suicídio e a comoção nacional que se seguiu, Getúlio transformou seu nome em mito.  os que conspiraram contra ele tiveram que esperar dez anos para, só então, concretizar seus planos. Antes disso, apesar de algumas tentativas, não houve clima político nem apoio popular para tal. Só exatamente uma década depois a “Banda de Música” udenista e os mesmos militares que assinaram o Manifesto dos Generais conseguiriam chegar ao poder, após derrubarem o herdeiro direto do getulismo, João Goulart. Afinal, o golpe de Estado que o país assistiria em 1964 foi, em edição revista e atualizada, o mesmo que Getúlio adiou, em 1954, ao apontar contra o próprio peito o cano frio do Colt calibre 32 com cabo de madrepérola.



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Michio Kaku - Civilizações alienígenas

Palestra do físico Michio Kaku para platéia do GCF(Global Competitiveness Forum) 2011 na Arábia Saudita, com legendas em português. (abaixe o volume da música ambiente no topo do blog para ouvir em inglês)



domingo, 17 de agosto de 2014

A máquina de Anticítera

Em 1901, vários mergulhadores encontraram e resgataram à uma profundidade de 43 metros na costa da ilha grega de Aticítera, entre a ilha de Citera e Creta, várias estátuas e objetos arqueológicos e juntamente resgatados estava um estranho objeto, um artefato datado de 87 a.C., o arqueólogo Spyridon Stais observou que uma das peças do artefato possuía engrenagens.



Em 1958 o mecanismo foi analisado por Derek J. de Solla Price, que deduziu que o artefato era um aparelho capaz de indicar eventos astronômicos. Percebeu que algumas inscrições se tratavam de signos do zodíaco e que a roda maior representava so movimentos do Sol. Em junho de 1959, o professor Price publicou um artigo sobre o mecanismo na Scientific American enquanto o mecanismo estava apenas sendo inspecionado.

Em 1971, o professor Price submeteu o artefato com o auxílio de raios gama, para análise, o que confirmou suas suspeitas de que se tratava de um complexo mecanismo astronômico. Declarou suas descombertas mais tarde em uma publicação em 1974 onde escreveu "Não existe nenhum instrumento como este em lugar nenhum... De tudo que sabemos sobre a ciência e tecnologia na era helenística. deveríamos ter chegado à conclusão de que um instrumento assim não poderia existir."



A partir de setembro de 2005, a fabricante estadunidense de computadores Hewlett-Packard contribuiu para a pesquisa disponibilizando um sistema de reprodução de imagens, tomógrafo digital, que facilitou a leitura de textos, que haviam se tornado ininteligíveis devido à passagem do tempo.

Essas pesquisas permitiram uma visão melhor do funcionamento do mecanismo. Quando o usuário girava o botão, as engrenagens de pelo menos 30 rodas denteadas ativavam três mostradores nos dois lados do aparelho. Isso permitia que o usuário previsse ciclos astronômicos - incluindo eclipses - em relação ao ciclo de quatro anos dos Jogos Olímpicos e outros jogos pan-helênicos. Esses jogos eram comumente usados como base para a cronologia.

 A revista Nature referiu-o assim: "O antigo mecanismo de Anticítera não apenas desafia nossas suposições sobre o progresso da tecnologia ao longo das eras - ele nos dá novos esclarecimentos sobre a própria História."



O aparente mistério que rodeou durante anos a máquina de Anticítera, uma das mais famosas “oopart” (artefato fora de lugar), da história foi resolvido. O que provou ser uma criação totalmente humana para os gregos do século II a.C. Os cientistas Mike Edmunds e Tony Freeth, da Universidade de Cardiff, disseram que consideram ter desvendado finalmente o funcionamento do Mecanismo Anticítera, uma calculadora astronômica semelhante a um relógio.
Os restos de uma caixa quebrada de madeira e bronze contendo mais de 30 engrenagens foi encontrada há quase 100 anos por mergulhadores que exploravam um naufrágio perto da ilha de Antikitera. Os cientistas vêm tentando reconstruir desde então. A nova pesquisa sugere que é muito mais sofisticada do que se pensava anteriormente.
O trabalho detalhado realizado sobre as engrenagens mostra que o mecanismo era capaz de rastrear os movimentos astronômicos com uma precisão notável. A calculadora foi capaz de reproduzir os movimentos da Lua e do Sol através do zodíaco, prever eclipses e até recriar a órbita irregular da lua. A equipe estima que também pode ter previsto as posições de alguns planetas ou incluso de todos os conhecidos na época.
Os resultados sugerem que a tecnologia grega era muito mais avançado do que o estimado anteriormente. Não existe conhecimento de qualquer outra civilização que tenha criado algo tão complicado durante os seguintes mil anos.
O professor Edmunds salienta o fascínio que a máquina teve sobre os cientistas modernos. “Este dispositivo é simplesmente extraordinário. É algo único. O design é bonito, seus cálculos astronômicos são exatamente corretos. A forma em que foi desenhada a mecânica nos deixa atônitos. “Quem fez isso, fez muito bem.”
A equipe inclui pesquisadores da Universidade de Cardiff, do Museu Arqueológico Nacional de Atenas e as Universidades de Atenas e Tessalónica.
O mecanismo consiste em cerca de umas 80 peças e esta guardado em condições controladas com grande cuidado em Atenas, e não pode ser tocado. Recriar o seu desempenho foi um processo difícil, e envolveu astrônomos, matemáticos, especialistas em computação, analistas de escrituras e especialistas em conservação.
Os pesquisadores esperam agora criar um modelo por computador o funcionamento da máquina, e eventualmente com o tempo, desenvolver uma réplica funcional. Ainda não está claro para que usavam os antigos gregos o mecanismo, ou de quanto estava difundida essa tecnologia.
“Surge a pergunta inevitável, o que mas estariam fazendo nessa época. Quanto ao seu valor histórico e seu caracter único, tenho que considerar este mecanismo como sendo mais valioso do que Mona Lisa “, diz Edmunds.

As Pirâmides do Egito




A grande pirâmide de Gizé foi construída segundo dados oficiais, há 4500 anos. Algumas outras fontes não duvidam em estimar uma maior idade nelas, por volta de 9000 AC. Mesmo que isto último possa parecer totalmente improvável há quem defenda essa idade baseados num argumento de que os Egípcios mesmo sendo uma civilização que foi uma luminária do mundo antigo, não tinham tanta sofisticação como para construir nessa escala e por tanto teriam sido construídas por uma civilização anterior que já houvera desaparecido muito antes.



Estima-se que foram necessários 30.000 trabalhadores (ou escravos, ou cidadãos escravizados) ao longo de 20 anos para construir a Grande Pirâmide. Foram usados mais de 2.000.000 de blocos de pedra pesando em média duas toneladas e meia cada, algumas chegando a 70 toneladas!
Assim fazendo uma conta por cima, isto quer dizer que tinham que colocar 107 blocos de 2.5 toneladas por dia! Ou 4.5 blocos por hora isto Non-Stop, 24 horas, 7 dias por semana.

Medições comprovam que o topo da pirâmide está desalinhada do centro da base em apenas 6mm, ou seja, conseguiram empilhar sistematicamente 2.000.000 de blocos com precisão milimétrica em apenas 20 anos e ainda por cima com precisão em seu eixo!

Todos esses blocos não foram cortados ali, mas sim, cortados e trazidos de uma distância de 800 km de sua origem. Como isso seria possível sem os meios de transporte terrestre atuais, e sem guindastes, uma vez que o transporte mais avançado da época era a carroça, e não existiam guindastes?



A base da pirâmide deveria, antes de tudo, sofrer um nivelamento com margem de erro de apenas  0,075cm/100m, nem com a atual tecnologia para construir os mais recentes arranha-céus consegue tamanha precisão.

Sabemos que os Egípcios deixavam tudo perfeitamente explicado e registrado por escrito. Contavam tudo de suas vidas, até como tomavam banho, porém é extremamente misterioso porque em lugar nenhum deixaram sequer um esquema pichado em alguma pedra de como tudo aquilo foi construído, exceto um ou outro hierogrifo mostrando pessoas usando ferramentas rudimentares de cobre, e polias com cordas extremamente pobre em qualidade.

Muitos historiadores argumentam que as pirâmides eram túmulos, argumentam que não foi encontrada múmias em seu interior, e que saqueadores extremamente bem equipados conseguiram levantar tampas de pedra de várias toneladas, remover o saque, e devolver a tampa no mesmo lugar com perfeita precisão de encaixe. Tão absurdo quanto pudessem passar com o saque pelas entradas! Uma das pirâmides tinha uma entrada tão estreita que teve de ser dinamitada para adentrar em seu interior.



O objetivo da pirâmide não poderia ser um túmulo, já que os faraós eram enterrados em tumbas reais escavadas nas escarpas do Vale dos Reis.



Segundo as informações obtidas até hoje, as Pirâmides possuem dutos que afirmam serem dutos de ventilação. Para quê serviriam dutos de ventilação em um túmulo hermeticamente fechado? Tais dutos estão perfeitamente alinhados com estrelas e constelações com profundo valor simbólico para os Egipcios da antiguidade.



Outro fato inusitado, é que todos aprendem desde a escola que as pirâmides possuem quatro lados. Porém, uma revelação interessante, foi descoberto que na verdade as pirâmides possuem oito lados, e alinhados perfeitamente com os pontos cardeais.





A três pirâmides juntas, vistas do alto, possuem uma simetria perfeita representando a constelação de Orion.



A estrela mais alta da constelação possui um pequeno desvio, que notavelmente, o alinhamento das pirâmides obedece o mesmo padrão. O mesmo ocorre em relação ao tamanho do brilho de cada estrela.



O perímetro da base da grande pirâmide é o mesmo que a circunferência formada tomando como raio a altura da pirâmide. Ou seja, dividindo o perímetro da base pelo dobro da altura temos Pi!

Esta medida é tão fantástica que determina o que se chama de quadratura do circulo. É tão sensacional que não pode ser afirmado que foi acaso ou coincidência.



ambém o quadrado da altura coincide com a área de cada uma das caras da pirâmide.

Ainda o Erich Von Daniken arriscou a dizer que se a altura (quando da construção) é 148,208m, multiplicada por 10 na potência 9 (i. é, por 1.000.000.000), daria 148.208.000.000 que é igual a distância média da Terra ao Sol. Se isto não foi acaso estamos ante uma civilização que já sabia calcular esta distância que nos só conseguimos calcular no século XX.





Rota 666 ou 'estrada do diabo'.

A Rota 66 (em inglês: U.S. Route 66) era uma rodovia norte-americana do U.S. Highway System. Foi estabelecida em 11 de novembro de 1926. Iniciava em Chicago, Illinois, passava pelos estados de Missouri, Kansas, Oklahoma, Texas, Novo México, Arizona e terminava na cidade de Santa Mônica, na Califórnia, totalizando 3 755 km.




Em 1985 deixou de fazer parte do US Highway System. Existe atualmente como uma "Histórica Rota 66", sendo reconhecida pelo governo norte-americano por sua importância cultural, histórica e turística.

A construção das novas vias de trânsito rápido desviou das 217 cidades localizadas às margens da Rota 66 não só o trânsito, mas também o dinheiro que os viajantes deixavam no comércio local, fazendo com que elas ficassem esquecidas por mais de 10 anos após a sua desativação.

Devido ao grande numero de acidentes e outros fenômenos paranormais, tem a fama de estrada maldita, por isso foi chamada muito tempo de Rota 666 ou 'estrada do diabo'.

Muitos diziam que as pessoas que dirigissem nessa estrada á noite, eram amaldiçoadas por espíritos atormentados de pessoas que morreram tragicamente naquela rodovia.  Atribui-se todo essa paranormalidade devido ao grande numero de acidentes ocorridos na estrada.

Eis algumas lendas, alguns viraram filme:

O Sedan Do Diabo
Existem relatos de um carro Sedan Preto, conhecido como “Sedam do Diabo” que vem a noite para levar os motoristas que rodam pela rota 666, para a escuridão. Reza a lenda que ao cair a noite aparece um carro sedan preto que persegue os carros que viajam a noite pela "estrada do diabo". Muitos relatam que ao cair a noite aparecem, os faróis no espelho retrovisor do carro, e os motoristas dizem que quanto mais se acelera o carro mais rápido corre o carro fantasma, e com mais fúria ele ataca os carros. Os mais supersticiosos acreditam que o próprio Diabo dirige o carro fantasma, e leva os motoristas que ele consegue capturar, direto para o inferno.



O Caminhoneiro fantasma
Pessoas obrigadas a parar no acostamento da estrada, por causa de um pneu furado, ou qualquer problema de origem mecânica, correm o risco de serem atingidos ou ameaçados de colisão por um caminhão, as pessoas relatam que o caminhão aparece e em alta velocidade, atinge o seus carros ou quase atinge. Muitos acreditam ser o espírito de um caminhoneiro revoltado que morreu em um acidente na Rodovia 666, segundo a lenda, o caminhoneiro teria ido parar no acostamento por ter problemas com seu caminhão e fora atacado por forças demoníacas ficando assim forçado a trabalhar para o próprio diabo, tendo despreso por todo o ser vivo ao seu redor.


Os cães do inferno
Muitas pessoas que percorreram o trecho sozinhas, afirmam que foram atacadas por bandos de cães negros, violentos e ameaçadores, esses cães são conhecidos como “Hounds of Hell”. Diz a lenda que esses cães tem a habilidade de correr tão rápido quanto os veículos motorizados, as pessoas afirmam que esses cães são os culpados por grande parte dos acidentes ocorridos na rodovia 666, algumas pessoas afirmam que os cães são tão ferozes, a ponto de estraçalhar os pneus dos carros com seus dentes e garras afiadas ou mesmo pulam para dentro dos carros, atravessando janelas e mesmo o para brisa do veículo. Ataques bem sucedidos dessas bestas, geralmente acabam ocasionando acidentes.



A mulher de Branco
Em uma estrada assombrada, não poderia faltar uma mulher de branco certo? Viajantes da Rota 666, dizem ver o espírito de uma jovem de cor pálida vestida de branco, com semblante de sofrimento as margens da Rodovia 666, ela é constantemente vista, as pessoas que passam por ela dizem que seu semblante é triste. Muitas pessoas dizem que quando se aproximaram dela ela simplesmente sumiu no ar. Acredita-se que este espírito não seja um espírito maligno pois nunca houve relatos de acidentes envolvendo o espírito dessa jovem.



Desaparecimento e Perca de noção de tempo
Há relatos de pessoas que parecem ter desaparecido sem deixar vestígios, em alguns casos as pessoas somem em uma parte da estrada e reaparecem em outra parte da rodovia sem saber como foram parar la.

Algumas dessas pessoas, desapareceram por longos períodos e repentinamente reapareceram, como se nada tivesse acontecido, não sabendo explicar a perca de tempo ou como desapareceu.

Ainda existem aqueles que relatam terem demorado muito mais tempo para percorrer uma certa distancia, com base na conta dos outros e são incapazes de explicar este fenômeno.




Outras lendas viraram filmes, como 'Rota 666' com Louis Diamond Philips, 'The Car' com James Brolin,Kathleen Lloyd, 'Encurralado' com Dennis Weaver e direção de Steven Spilberg, "Olhos famintos' dirigido por  Victor Salva.

A lenda do El Dourado

El Dorado

A lenda do El Dorado, que se fundava na crença de uma cidade repleta de ouro, cujo termo El Dorado significa O (homem) dourado em espanhol; segundo a lenda, tamanha era a riqueza da cidadela, que o imperador tinha o hábito de se espojar no ouro em pó, para ficar com a pele dourada. Essa lenda foi ouvida pelos primeiros conquistadores espanhóis que se fixaram, no século XV e XVI, nas costas da atual Colômbia e Venezuela, então chamada Terra Firme ou Terra Santa. A busca do El Dorado, que levou os europeus até ao Brasil, persistiu até meados do século XVIII.



Em 1535, o general Sebastián de Belalcazar, após ter destruído a última resistência dos Incas, no Norte de Lima (na direção de Quito), ouviu de um indígena, seu prisioneiro, a história do El Dorado, uma lenda das tribos ribeirinhas do Orinoco. Reza a lenda que havia uma tribo muito rica, localizada perto da atual Santa Fé de Bogotá (capital da Colômbia), onde viviam os índios Chibcha ou Muisca. Este povo tinha como costume religioso o de untar o corpo do rei, provavelmente quando subia ao trono ou antes de ações guerreiras, com uma substância aderente, talvez resina, sobre a qual era soprado finíssimo pó de ouro. Completamente dourado, o rei dirigia-se para o meio da lagoa Guatavita, numa embarcação, e banhava-se nas águas, depois de ter lançado, para o fundo, jóias, vários objetos de ouro e pedras preciosas, como oferendas ao seu deus. Segundo os registos de Oviedo de 1543, os Espanhóis tinham ouvido dos Índios que, todas as noites, o rei dourado se lavava, retirando o ouro do corpo, mas, no dia seguinte, voltava a ser coberto por esse metal precioso.



O mito do El Dorado conquistou de tal forma o imaginário dos séculos XV e XVI que arrastou os Europeus para a busca do tesouro e para a descoberta de novas terras das Índias Ocidentais, como designava, na época, a América. A referência ao El Dorado fazia mesmo parte das cartas com instruções que só os comandantes dos navios podiam abrir. Foram muitos os exploradores que procuraram a mítica cidade, a exemplo do espanhol Gonzalo Jimenez de Quesada, em cuja expedição de 1538 fez parte Juan de Castellanos, o autor de História Del Nuevo Reino de Granada, os primeiros escritos sobre o El Dorado.



A ambição e a curiosidade pelo El Dorado atraíram os Espanhóis até à Amazônia portuguesa. No entanto, as expedições organizadas, como as de Pedro Fernandez de Lugo, Gonzalo Quesada, Gonçalo Pizarro, Pedro de Ursua, em vários locais do Norte da América do Sul, nomeadamente, junto ao rio Orinoco, ao rio Negro, no lago de Guatavita, revelaram-se difíceis e sem sucesso.
Em 1698, descobriu-se as minas de Itaverava, em Minas Gerais, que despertaram a imaginação de vários aventureiros, relançando a busca do El Dorado. Foram encontradas, nessas minas, pedras pretas que, na realidade, eram porções de ouro, conforme se verificava depois de lavadas. Na verdade, essas pedras, que ficaram conhecidas como ouro negro, eram pretas, porque estavam cobertas por uma leve camada de óxido de ferro.



Jules Crevaux (1847-1882), um dos grandes exploradores da Amazônia, chegou à conclusão de que a existência de grutas formadas com rochas ricas em mica, que permitia tornar o corpo brilhante, teria baralhado os nativos, que nas suas narrações fantásticas, teriam confundido as palhetas de micas, conhecidas também como "areia de ouro", com o ouro do El Dorado.
A Balsa Muisca foi achada numa gruta, no município de artesãos Pasca, ao sul de Bogotá, em 1856 por três camponeses, entre outros numerosos objetos de ouro.
A balsa retrata os Muiscas realizadando na lagoa uma cerimônia que foi dado o nome de El Dorado. Nela o herdeiro do cacique, coberto em pó de ouro, toma posse de seu mandato com uma grande oferta aos deuses. Essa representação aparece no centro de uma lagoa rodeada pelas principais chefes e seus seguidores, todos enfeitados com ouro e penas.

O ET de Varginha

O ET de Varginha

Nos últimos anos, o caso de Varginha tem recebido tanta atenção e polêmica entre os entusiastas do ramo como o caso Roswell teve entre o público em geral.

Muitas tentativas têm sido feitas para investigar exaustivamente o caso e fazer resultados conclusivos. “UFOs no Brasil”, o livro lançado em 2002 pelo ufólogo estadunidense Roger Leir, é o que mais se aproxima de um veredito final, com suas entrevistas com militares, cirurgiões do hospital e uma grande variedade de testemunhas civis.



O Comando de Defesa Aeroespacial Norte Americano seguiu um objeto não-identificado pairando sobre o hemisfério ocidental no dia 13 de janeiro de 1996.

Ele entrou no espaço aéreo brasileiro e o Cindacta (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) foi contactado, que por sua vez alertou o comando do Exército brasileiro em Três Corações, Minas Gerais, dando instruções para que todos os militares brasileiros ficassem em alerta máximo.

Os boatos de visualização em massa de OVNIs começaram a varrer toda a região sul do Brasil nos dias que se seguiram.

No dia 20 daquele mês, testemunhas de uma cidade rural de Minais informaram ter visto uma “nave em forma de submarino” cruzando os céus a uma altura de seis metros do chão e que parecia estar danificado ou com defeito. Movendo-se a um ritmo lento e emitindo um tipo fumaça, ele ia em direção a Varginha.

Ao amanhecer do dia 21, estranhas criaturas eram vistas vagando ao redor da cidade em um estado de incapacidade e terrivelmente confusas.

Os moradores explodiram em frenesi e notificaram os encontros bizarros à polícia e aos bombeiros, dizendo que a cidade tinha sido invadida por monstros de contos folclóricos indígenas e até mesmo pelo próprio diabo.



O exército foi contactado rapidamente e de acordo com várias testemunhas, duas das criaturas foram capturados sem resistência – uma foi posteriormente morta a tiros e outra, transferida para o Hospital Humanitas para receber tratamento para os ferimentos que sofreu durante o acidente.

O médico ortopedista Leir disse que foi instruído por policiais armados para começar uma paramentação cirúrgica e preparar-se para executar operar a fratura em uma “perna”.

Leir entrevistou os outros cirurgiões e auxiliares que participaram da cirurgia, todos afirmaram que a sala de operações foi selada com exceção de uma entrada, que foi ocupada por policiais armados, sem conhecimento sobre o que estava exatamente acontecendo.

O fluxo de oficiais militares e funcionários do hospital para o quarto era rigorosamente controlada, com apenas uma pequena equipe essencial de pessoal autorizada a entrar.

A cirurgia corretiva foi realizada em uma fratura do fêmur, com membros do Exército Brasileiro e da inteligência militar presentes na cirurgia.

A criatura bípede foi descrita como tendo em torno de 1,50m, enormes olhos vermelhos, pescoço fino e pele morena escura – que parecia molhado, mas estava seca ao toque.

Ele também possuía três protuberâncias ósseas em três seções em toda a sua cabeça e, a partir de sua anatomia, era impossível determinar seu sexo. Todas as tentativas de se comunicar verbalmente com a criatura foram infrutíferas.

A ferida cicatrizou completamente dentro de 24 horas. Após a operação, o cirurgião percebeu os olhos do ET fixados em cima dele.

Ele então começou a sentir pressão na cabeça e receber pedaços de informação vindas do extraterrestre.

O médico nunca revelou a extensão do que o ser lhe disse, mas, entre outras coisas, o ET comentou sentir pena dos seres humanos, porque não temos conhecimento das coisas incríveis que podemos realizar, coisa que a raça dele já tem.

Embora algumas pessoas achem que a história não passa de um disparate sem fundamento, há ainda mais evidências do contrário.

Ubirajara Rodrigues, advogado e ufólogo especialista no caso de Varginha, obteve uma cópia da certidão de óbito de Marco Cherez, um funcionário que morreu três semanas depois de ter supostamente tocado na criatura com suas próprias mãos.

O atestado de óbito indica a causa da morte como sendo de uma “substância tóxica” e uma doença “do tipo Ebola”. O relatório completo de sua autópsia, porém, nunca foi revelado.

A Fênix do Pão de Açucar

Quando o sol alcança o seu zênite - ao meio dia - no Rio de Janeiro, aqueles que se dispoem a olhar para o Morro do Pão de Açúcar à partir da Marina da Glória, poderão ver projetada neste morro a imagem, em forma de sombra, da Fênix, o pássaro que ressurge das cinzas.



     O mito do pássaro Fênix vem do antigo Egito. Na teologia heliopolitana, lendário pássaro Bennu, ou Fênix, a cada longo período de tempo, fazia um ninho de ramos e temperos aromáticos, ateava fogo neste e se deixava consumir pelas chamas. Da pira surgia miraculosamente um novo Fênix, o qual, após embalsamar as cinzas de seu pai em um ovo de mirra, voava com este para Heliópolis, onde depositava as cinzas no altar do deus-sol egípcio - Re.

     Uma variante da estória diz que o moribundo fênix voava para Heliópolis, pousava no altar e ateava fogo a si próprio, para então um jovem fênix ressurgir... Os egípcios associavam a Fênix com a imortalidade.

As fontes variam quanto ao período do retorno do pássaro Bennu, mas de acordo com R.T.Rundle Clark, este tempo seria de 12.954 anos. Devemos notar que este período é bem próximo ao meio-ciclo do fenômeno de precessão (onde um circulo inteiro teria 25.920 anos). Então, se o "retorno da Fênix" puder ser expressado em termos astronômicos como uma lenta passagem do ponto vernal por seis casas do zodíaco (a passagem por cada casa leva em torno de 2.160 anos), e se os novos estudos situando o antigo Egito e a construção das pirâmides do platô de Gizé e a esfinge em 10.500 a.C. (época em que a constelação de Leão podia ser vista no ponto vernal) estiverem corretos, teremos, segundo estes cálculos, a entrada da Era de Aquário para a próxima data para o retorno da Fênix....

     Se isso tudo é verdade, o que será que significa o pássaro Fênix "gravado" no Pão de Açúcar" e os mistérios envolvendo a Pedra da Gávea? Seria algum tipo de sinal deixado pelos antigos - sinalizando algo que estaria prestes a acontecer?

     Tirando a natureza especulativa deste texto, "Toda Coincidência é Coincidência Demais Para Ser Coincidência"......

O desaparecimento do voo 19

O desaparecimento do voo 19

Conhecido em todos os cantos do mundo, o Triangulo das Bermudas é um local que muitas pessoas consideram misterioso e até mesmo amaldiçoado, pois diversos desaparecimentos, acidentes e outros eventos estranhos ocorreram lá ao longo dos anos.



Porém existe um caso, chamado de Voô 19, que se destaca no meio de todos os outros mistérios. Esse incidente ocorreu em dezembro de 1945, quando um grupo de cinco aviões militares americano decolou em uma missão de treinamento rotineira.

Mas algo aconteceu. Por volta das 15:15', quando o bombardeiro terminou e os aviões deveriam continuar no rumo leste, o radioperador da torre da Base Aeronaval de Forte Lauderdale, que estava à espera do contato com os aviões para saber a provável hora do retorno e transmitir-lhes as instruções de pouso, recebeu uma mensagem extraordinária do lider da esquadrilha. As gravações existentes mostram a conversa:

Líder da Esquadrilha (Tenente Charles Taylor): Chamando a Torre. Isto é uma emergência. Parece que estamos fora de rumo. Não consigo ver a terra.... repito... Não consigo ver a terra.

Torre: Qual é a sua posição?

Lider da Esquadrilha: Não estamos certos da nossa posição. Não tenho certeza de onde estamos... Parece que estamos perdidos.

Torre: Mude o rumo para o Oeste.

Lider da Esquadrilha: Não sabemos de que lado fica o Oeste. Tudo está errado... Estranho... Não temos certeza de nenhuma direção - até mesmo o oceano parece estar diferente, esquisito....

Às 15:30' da tarde, o instrutor-chefe dos vôos em Forte Lauderdale captou em seu rádio uma mensagem de alguém chamando Powers, um dos alunos-pilotos, pedindo informações a respeito da leitura de sua bússola, e ouviu Powers responder:

- Eu não sei aonde estamos. Devemos ter-nos perdido após a última virada.



O instrutor-chefe conseguiu contato com o Vôo 19, e chamou o instrutor da esquadrilha, que lhe disse:

- Ambas as minhas bússolas estão fora de ação. Estou tentando encontrar Forte Lauderdale... Tenho certeza que estamos sobre as ilhas do litoral, mas não sei a que distância...

O instrutor-chefe depois disto aconselhou-o a voar rumo norte - com o sol por bombordo - até que ele alcançasse a Base Aeronaval de Forte Lauderdale. Mas logo em seguida ouviu:

- Acabamos de passar sobre uma ilhota... Não há mais nenhuma terra à vista....

Isso indicava que o avião do instrutor do Vôo 19 não estava sobre a costa e que toda a esquadrilha, já que nenhum deles conseguia ver terra, que normalmente seguiria em continuação às ilhas baixas da costa da Flórida, havia perdido a direção.



Foi ficando então cada vez mais difícil captar as mensagens do Vôo 19 devido à estátidca. Aparentemente o Vôo 19 já não podia ouvir as mensagens enviadas pela torre de controle, mas a torre conseguia ouvir a conversa trocada entre os aviões. Algumas se referiam a uma possível falta de combustível - gasolina para a penas mais cem quilômetros de vôo, referências a ventos de 120 km/h, e a desalentada observação de que todas as bússolas, magnéticas ou giroscópicas, de todos os aviões, "tinham ficado malucas"- como haviam dito antes - cada qual dando uma leitura diferente.



Durante todo esse tempo, o poderoso transmissor de Forte Lauderdale foi incapaz de estabelecer qualquer contato com os cinco aviões, apesar das comunicações entre os componentes da esquadrilha serem perfeitamente audíveis.
A esta altura o pessoal da base estava em um compreensível alvoroço, quando se espalhou a notícia que o Võo 19 havia se deparado com com uma emergência de origem ignorada.
Todos os tipos de suposuções a respeito de ataques inimigos (apesar da Segunda Guerra Mundial já haver terminado à vários meses) ou mesmo ataques provocados por novos inimigos, como eles próprios sugeriram, determinaram o envio de um avião de resgate, um bimotor Martim Mariner, hidroavião de patrulha com uma tripulação de 13 pessoas, o qual decolou da Base Aeronaval do Rio Banana.



Às 16:00' a torre conseguiu ouvir de relance que o Tenente Taylor inesperadamente passara o comando da esquadrilha para um amigo piloto da Marinha, o Capitão Stiver.
Apesar de confusa devido à estática e deformada pela excessiva tensão, uma mensagem compreensível foi enviada por ele:

- Não temos certeza de onde estamos... Penso que devemos estar a 360 km à nordeste da base... Devemos ter passado por cima da Flórida e estar sobre o Golfo do México...

O líder da esquadrilha aparentemente resolveu dar uma volta de 180º na esperança de voltar para a Flórida, mas ao fazer a curva a transmissão começou a ficar cada vez mais fraca, indicando que deviam ter feito a curva na direção errada e que estavam se afastando no rumo leste, cada vez mais longe da Flórida e na direção do mar aberto. Alguns relatórios afirmam que as últimas palavras ouvidas do Vôo 19 foram:

- ...parece que... nós estamos...

Enquanto outros radioperadores parecem lembrar-se de mais alguma coisa, tais como:

- Estamos em águas brancas... Estamos compeltamente perdidos...

Nesse meio tempo a torre de controle recebeu uma mensagem enviada poucos minutos apos a decolagem do Tenente Come, um dos oficiais do Martin Mariner, despachada da área geral de onde se presumia estivese o Vôo 19, afirmando que havia fortes ventos acima de dois mil metros.



Esta foi, no entanto, a última mensagem recebida do avião de resgate. Logo depois todas as unidades de busca receberam uma mensagem urgente dizendo que eram seis e não mais cinco aviões que haviam desaparecido. O avião de resgate com seus 13 tripulantes também desaparecera misteriosamente.



Enfim, por mais que se procure uma explicação plausível sobre o incidente, ela simplesmente não existe, nem mesmo já se ouviu falar de um caso semelhante, onde aviões militares sumiram em um dia claro, sendo monitorados via rádio e radar.

Parece que depois daquele fatídico 5 de dezembro, o Triangulo das bermudas resolveu “devorar” todos que voassem em seu céu, sem se importar se alguém estava vigiando, ele apenas fez com que seis aviões, mais dezenas de pessoas literalmente sumissem no ar, deixando para trás apenas uma sensação de medo.