domingo, 29 de maio de 2011

Um diálogo entre dois bebês

— E aí véio?

— Beleza cara?

— Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.

— Quer conversar sobre isso?
— É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror sabe?

— Como assim?
— Por exemplo: há alguns dias antes de dormir ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci já me viu mexer com alguém?

— Nunca.

— Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?

— Como assim véio?

— Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!

— Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

— Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.

— Tipo o quê?

— Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!

— Caramba! Mas por que ela fez isso?
— Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

— Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
— E sabe a Francisca ali da esquina?

— A Dona Chica? Sei sim.
— Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.

— Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.

— Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe mesmo... Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.

— Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.

— Mas é ruim saber que o casamento deles não está dando certo... Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele passar desfilando e tal.

— Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
— É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo, ela disse que a vizinha cria perereca na gaiola... já viu... essa rua só tem doido...

— Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?

— É mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

Fonte:  http://www.100assunto.com/2011/04/conversa-de-duas-criancas.html#more

Conspiração Orion

Há quem diga que o homem nunca esteve na Lua, outros que as missões foram meramente resultado de corrida armamentista dos EUA e URSS.
Agora especula-se que além das 17 missões espaciais á Lua, oficiais e conhecidas, foram feitas outras com uma missão um tanto peculiar: verificar, comprovar e estudar ruínas de civilizações antigas na Lua!
Fatos, verdades, mistérios ou imaginação além da conta?
acesse os sites abaixo e comprove voce mesmo e tire suas conclusões.

http://www.theorionconspiracy.com/

http://www.ufologia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1824240977

sexta-feira, 27 de maio de 2011

chines morre de tanto dormir

O caso curioso aconteceu na cidade de Xinzaozhen. Zenig Xi Jiangsu, 27 anos era trabalhador da empresa Foxconn, famosa no mundo por ser braço direito da Apple, por suas jornadas de trabalho exaustivas e por diversos suicídios de seus funcionários.

Em nota a imprensa a perícia local disse que o jovem morreu após dormir 197 horas sem interrupções. Disseram também que Zenig só dormiu tanto após trabalhar até a exaustão completa na fabrica. Isso fez com que Zenig dormisse para não acordar mais.

Fonte: http://www.chinasmack.com/2010/stories/more-foxconn-suicide-news-reports.html

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Professora mostra a realidade na educação

Um dos assuntos mais comentados durante a semana não apenas nessa, mas também em outras redes sociais, foi o discurso da Professora Amanda Gurgel diante de deputados e da secretária de educação do Rio Grande do Norte. Seu discurso representa bem a realidade da maioria dos profissionais da educação no país.



A primeiríssima coisa é colocar a educação como prioridade de governo, em suas três instâncias (municipal, estadual e federal). Todos os ministérios e secretarias devem estar conectados com os projetos de educação. Deve-se estabelecer um padrão mínimo de qualidade a ser seguido e fiscalizado em todas as cidades do Brasil. Tomo como exemplo o que o Senador Cristóvam Buarque disse certa vez. Ele foi à cidade mais pobre do Brasil - não me lembro qual - e lá visitou um Banco do Brasil. Mostrou como, mesmo numa cidade pequena e pobre, o Banco do Brasil - que pertence à União, diga-se - consegue manter um padrão mínimo de qualidade. Se isso é possível para uma agência bancária, também deveria sê-lo para as escolas, onde quer que seja.

Um bom passo foi dado com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, onde se estabeleceu que para lecionar todo professor deveria ter ensino superior. Isso é o básico. Mas infelizmente, com a proliferação de instituições de ensino à distância, com aulas de poucas horas semanais, sem contato com bibliotecas e o ambiente acadêmico, tem-se perdido muito. E os principais cursos dessas instituições EaD são justamente as licenciaturas.

Então, é necessário que o professor tenha uma boa formação acadêmica, de qualidade. Como disse Pedro Demo, só se educa pela pesquisa. Então os professores deveriam ser não apenas reprodutores, mas produtores do conhecimento, através da pesquisa. Para isso, entretanto, ele deveria ser incentivado a constantemente se aperfeiçoar, através de cursos e programas de pós-graduação. Infelizmente, no meu estado, o governador Jaques Wagner cortou temporariamente o incentivo à pós-graduação.

Então, resumindo: a escola tem de ser um ambiente agradável e convidativo. Infra-estrutura básica, salas iluminadas e arejadas, acesso a biblioteca e internet, professores bem-pagos e bem preparados. O professor tem de ser bem pago para se dedicar a poucas turmas. Com centenas de alunos, fica difícil dar uma atenção individualizada. Com salário baixo, o professor vai tentar trabalhar em três escolas diferentes. Mas se ele for bem pago e assumir o compromisso de ficar com poucas turmas, com horário suficiente para preparar as aulas, executá-las e depois corrigir o que foi produzido, ele poderá acompanhar mais de perto os alunos.

Sem contar que a participação ativa dos pais é fundamental. Nas reuniões que fazemos com pais e mestres, geralmente apenas os pais dos alunos que conseguem aprender bem é que comparecem. Por quê? Porque eles são presentes em casa, e são também presentes na escola. Famílias com lares em crise não dão atenção aos filhos, nem como eles vão na escola. Então, é preciso que também os pais sejam reeducados.

Sou a favor de escola em tempo integral para crianças e adolescentes. Atividades esportivas e cursos profissionalizantes poderiam ser oferecidos em turno oposto, bem como acompanhamento mais individualizado para os alunos com dificuldades de aprendizagem. Reforço escolar.

Então, em resumo: educação como prioridade de governo, com uma porcentagem maior dos impostos destinados exclusivamente a isso; profissionais da educação bem-preparados e bem-pagos, para atenderem a poucas turmas e acompanharem mais de perto os alunos; infra-estrutura de qualidade; presença e acompanhamento dos pais no processo de aprendizagem dos filhos; educação em tempo integral; acompanhamento psicológico para pais, professores e alunos; cobrança coletiva da comunidade por resultados, não apenas em números, mas em qualidade.

Ostras!

Tentação no paraíso!

Tal pai, tal filho!

domingo, 22 de maio de 2011

Sadhu indiano conserva braço erguido há 38 anos pela deusa Shiva

Sadhu Bharati Amar é um "homem santo" indiano que afirma manter sua mão direita levantada no ar desde 1973. Agora, 38 anos depois, seu braço é apenas um pedaço inútil de pele e osso, mas se tornou um símbolo para os adoradores de  Shiva  ao redor da Índia.

Até 1970, Bharati Amar era um homem de classe média, que vivia uma vida normal. Tinha um emprego, um lar, uma esposa e três filhos, mas nada disso importou quando ele acordou uma manhã e decidiu deixar tudo para trás e dedicar sua vida a servir o deus hindu Shiva.

Ele começou a se movimentar pelas estradas da Índia vestido com suas roupas simples Sadhu e levando apenas o seu fiel Trishula (um tridente de metal). Após três anos, em 1973, Amar percebeu que ainda estva muito ligado ao luxo e os prazeres da vida mortal e decidiu separar-se deles, levantando o braço direito e mantê-lo levantado. 38 anos depois, seu braço ainda está ereto e ele já não pode usá-lo, mesmo se quisesse.


Outras fontes afirmam que Amar Bharati desiludiu-se com todas as lutas em curso no mundo e decidiu levantar o braço direito para a paz. Um  Sadhu respeitado na Kumbh Mela, na cidade de Haridwar, Amar inspirou outros sadhus para levantar os braços para a paz e harmonia, e alguns deles mantiveram os braços levantados durante os últimos sete, treze, até 25 anos. Mas fazer algo como isto não significa apenas perder a funcionalidade de uma importante parte do corpo, também implica em lidar com um monte de dor. Bharati mesmo diz que passou por uma dor insuportável por muito tempo, mas hoje não sente mais nada. Isso porque seu braço está completamente atrofiado e preso em uma posição bizarra e semi-vertical, uma estrutura óssea inútil que terminam em grossas, unhas retorcidas.

 
Os Sadhus indianos executam todos os tipos de tarefas incomuns em nome da religião, deixam de comer, dormem de pé com os olhos abertos, nunca tomam banho, jejuam por longos períodos, mas a escolha Amar Bharati é realmente uma das mais bizarras que já vi.

Caso Carlinhos








Há 32 anos ocorreu um dos desaparecimentos mais intrigantes do país, o do menino Carlinhos. A investigação do caso gerou muitas hipóteses, inúmeros suspeitos e chegou a levar à prisão os pais da criança. Mas até hoje ninguém foi punido e não se sabe o que, de fato, aconteceu com Calinhos na noite do dia 2 de agosto de 1973. Para o jornalista Celso Serqueira, que trabalhava no Jornal O Globo na época e fez parte da primeira equipe de reportagem a chegar ao local do seqüestro, a pessoa responsável pelo desaparecimento de Carlinhos é a própria mãe.
Na época, o Brasil estava em plena ditadura militar e vários órgãos de segurança estiveram envolvidos nas investigações. Serqueira conta que teve acesso a uma investigação paralela desenvolvida por um desses órgãos. O relatório fazia revelações sobre a mãe de Carlinhos, Maria da Conceição Ramires da Costa.
Segundo o relatório, havia cerca de dois anos que Maria não tinha boas relações com o marido, João Melo.  Os principais obstáculos para a separação seriam os sete filhos e a falta de dinheiro. Ela tornou-se amante de um pai de santo e pretendiam viver juntos. Planejaram então o seqüestro de Carlinhos para viver com eles e ao mesmo tempo tentariam pegar um dinheiro de João. Conceição tinha verdadeira paixão pelo filho e ignorava as outras crianças.
Durante todo o processo, Maria tentou incriminar João. A maior parte de seus depoimentos sobre o marido e o funcionário Silvio Azevedo, que foi preso acusado de ser o seqüestrador e de ter invadido a casa, foram desmentidos. Chegou a ficar detida por dois dias clandestinamente e pressionada a confessar sua participação no seqüestro, o que não foi conseguido porque ela teria apresentado problemas psicológicos.
Em função do grande envolvimento da mídia no caso, o seqüestro não saiu como planejado. A polícia começava a chegar perto dos culpados. O pai de santo desistiu do seqüestro e fugiu para o Maranhão, onde foi morto em novembro de 1973.
O jornalista conta que chegou ao local depois de ouvir uma transmissão da Central de Polícia sobre o seqüestro. A família morava na Rua Alice, Zona Sul do Rio de Janeiro. A equipe de reportagem encontrou João no meio da rua desesperado gritando por ajuda. Na casa, segundo Serqueira, a família estava tranqüila assistindo televisão. ”A mãe se comportava como se nada tivesse acontecido, só duas das crianças pareciam estar assustadas”, diz.
Maria e as crianças disseram que um rapaz negro, com blusa vermelha e cabelo tipo black power invadiu a casa. Trancou toda a família no banheiro e levou Carlinhos, de apenas dez anos. Na noite do desaparecimento, João havia saído com dois de seus filhos e Maria ficou em casa assistindo televisão com o restante da família.
O seqüestrador deixou um bilhete pedindo um regate no valor de quase R$ 50 mil reais hoje, que João entregou à polícia. Policiais e jornalistas ajudaram na busca por Carlinhos nos arredores da residência, mas em vão. João contou que chegou em casa minutos depois da saída do seqüestrador. Depois de saber o que havia acontecido, viu na rua um táxi partindo e um homem entrando no mato e tentou perseguir o homem.
O fotógrafo do jornal reproduziu um retrato de Carlinhos que estava pendurado na parede da sala. Um dos fatos curiosos é que a equipe do jornal negociou com o policial uma cópia da foto, desde que permitisse fotografar o bilhete do resgate. “Foi uma atitude que tomei e que me arrependo até hoje”, revela Serqueira.
Ao contrário do que combinara com o policial, o jornal estampou parte do bilhete na edição daquela madrugada. Conclusão: todos sabiam onde e que horas seria feita à entrega do dinheiro para o resgate. Policiais, jornalistas e curiosos compareceram ao local combinado, menos os seqüestradores. “Meu acordo tinha sido publicar o bilhete somente após o pagamento do resgate, trato que foi solenemente descumprido pelo O Globo”, acrescenta Serqueira.
Segundo o jornalista, Maria da Conceição tinha comportamento estranho e demonstrava perturbação mental. “Nos muitos plantões que dezenas de repórteres e eu demos em frente da casa, ela costumava aparecer cantando ou penteando os cabelos na janela, de camisola. Resumindo, ela adorava aparecer. Ela sorria para as câmeras e falava como se fosse artista de cinema”.
Serqueira supõe que Carlinhos teria sido morto pelo pai de santo antes da fuga para o Maranhão e acredita que Maria jamais concordaria com o assassinato do filho. “Ela tinha fixação pelo menino. Creio que só veio a se convencer da morte dele, caso tenha se convencido, alguns anos depois”, diz.
Familiares, funcionários e vizinhos e o próprio João Melo foram investigados e até presos. Para o jornalista, esse é um dos maiores casos de injustiça já feitos pela polícia e principalmente pela imprensa. “A vida de João acabou, nunca se provou nada contra ele e ficou tudo por isso mesmo. Esse caso me faz lembrar o que aconteceu com a Escola Base, em São Paulo”, finaliza.


Fonte:  http://www.serqueira.com.br/caso/index.html


sábado, 21 de maio de 2011

Show de computação gráfica!

O máximo da computação gráfica, um show inesquicível, fantástico, o futuro do marketing!
Veja o que se pode fazer com um jogo de luzes sobre a fachada de um prédio!

                                  SEM  ÓCULOS 3D!!!!




Para verem em tamanho maior cliquem no link:







sexta-feira, 20 de maio de 2011

Porque a água é incolor?

Que é isso? Voce pergunta porque a água é incolor? Melhor é perguntar, qual é a cor da água?
Como assim? Ora, na escola aprendemos que água é incolor, inodora e insípida. As duas últimas afirmações estão absolutamente corretas, desde que seja uma água potável e límpida sem qualquer tipo de aditivos. Porém, ser a água incolor é absolutamente incorreta. Essa equivocada informação de que a água é incolor é resultado de anos de ignorância e do grande atraso nos ensinos curriculares escolares, e que somente em anos recentes alguns bons ou senão, excelentes professores e acadêmicos vem combatendo com informação mais saborosa sobre a água. a água, desculpem-me os ignorantes, não é incolor, é AZUL, e pode ser considerada sim, transparente!
A água em pequenas quantidades como num copo por exemplo, não deixa transparecer sua cor, mas em grandes quantidades é possível observar sua cor. Isso não é complicado de se entender.
A explicação está na luz refletida na água, quando a luz atravessa a água, ela absorve o espectro eletromagnético das  radiações correspondentes à luz vermelha, e portanto, a luz que acaba atravessando tem tons de azul (que é a cor complementar do vermelho). Por isso, quanto maior o volume de água, maior é a absorção, e mais azul pode ser visto.

Isso derruba outro mito popular, a de que a água do mar é azul porque reflete a cor do céu, se fosse realmente assim então a água ficaria muito clara em dias ensolarados, cinza ou branca em dias nublados, podemos ver o reflexo do céu na água se esta estiver muito calma, mas essa não é a causa de sua coloração.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Porque o céu é azul?

A luz que o Sol emite é branca, isso todos nós sabemos, mas voce se lembra nas aulas de ciências na escola que aprendemos que a luz é uma forma de ondas, várias ondas, e que na verdade são compostas por sete cores, ou seja, sete comprimentos de ondas diferentes? Se fizermos a simples experiência como brincadeira de criança e pegarmos a mengueira de água e abrirmos o esguicho em forma de leque e sobrepormos à luz do Sol veremos uma pequena réplica do Arco-Íris. Isso ocorre, tal qual o verdadeiro Arco-Íris, porque a luz encontra um obstáculo, que são as gotas de água, as ondas de luz começam a se separar e a formar um mosáico de cores ordenado, formando aquele lindo padrão de cores!
Quando a luz do Sol chega a atmosfera da Terra, a grande massa de ar que cobre a Terra é um obstáculo natural para a luz, e então, ao se colidirem com as moléculas de ar da atmosfera, as ondas de diferentes tamanhos e cores começam a se difundir cada uma para um lado, as ondas de menor comprimentos tendem a se espalhar com maior facilidade, então qual é a cor de menor comprimento de onda? O azul! Por isso o céu é azul!
O mesmo princípio se aplica para outras variações de coloração do céu, a medida que o Sol vai se aproximando do horizonte, as partículas de poeira em suspensão na atmosfera fazem com que as ondas menores se espalhem ainda mais, se diluindo permitindo que outras ondas como as vermelhas e amarelas sejam visíveis, daí os lindos crepúsculos ao entardecer!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Agnosticismo - O que é?

Agnosticismo se refere às bases filosóficas que foram assentadas no século XVIII por Immanuel Kant e David Hume, mas que só no século XIX teriam um termo formulado. Seu autor foi o biólogo britânico Thomas Henry Huxley numa reunião da Sociedade Metafísica, em 1876. Ele definiu o agnóstico como alguém que acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida.
 Agnosticismo derivou-se da palavra grega agnostos, formada com o prefixo de privação (ou de negação) a- anteposto a gnostos (conhecimento).
Alguém que admita ser impossível ter o conhecimento objetivo sobre a questão — portanto agnóstico — pode com base nisso não ver motivos para crer em qualquer deus (ateísmo fraco), ou pode, apesar disso, ainda crer em algum deus por fé ( fideísmo). Nesse caso pode ser ainda um teísta, caso acredite em conceitos sobrenaturais como propostos por alguma religião ou revelação, ou um deísta, caso acredite na existência de algo consideravelmente mais vago.


distribuição de ateísmo e agnósticos por países em %

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Agnosticismo

agnosticismo
Por João Laurindo de Souza Netto

Nada contribui mais para a cristalização de falsos estereótipos que as definições por “negação”, nas quais o valor conotativo das palavras torna-se emprobrecido, quando não desfigurado.
O caso do termo agnóstico é singularmente demonstrativo. Costuma-se reduzir seu sentido ao de uma simples negação: é agnóstico quem não crê, isto é, quem não professa fé religiosa alguma.
Esta definição “por negação” equivale a um radical desentendimento do que deve denotar a palavra agnosticismo, pois, desta forma, ela fica expropriada de sua vertente semântica positiva e, portanto, torna-se inutilizável para o seu uso filosófico no mundo atual.
O “não” do agnóstico não é uma simples negação, um mero “não” referencial, mas, ao contrário, é uma posição dialética de conteúdos definidos, que se processam no marco de um processo histórico-cultural determinado. Este processo remete a um campo semântico que proporciona um rico tecido de convicções filosóficas, éticas, sociais e políticas, de contornos precisos e racionalmente analisáveis.
O reducionismo semântico que se gera mediante a aparente inocência do simples advérbio de negação, tende a arrojar o agnóstico à situação de quem “não tem”, frente à de quem “tem” _ que seria o homem religioso. Cairíamos assim em um perigoso equívoco dentro da prática social, pois “ter” define um paradigma frente ao “não ter”, em termos religioso-sociais.
Porém o agnóstico ostenta na realidade um “ter”, pois possui uma bem formada concepção do mundo e do homem, ou seja, uma cosmovisão específica. O mundo, para o agnóstico, é assumido como “finitude”, o que revela o conteúdo “positivo” da concepção agnóstica, a qual apresenta um “humanismo radical” que leva a sério a si mesmo, furtando-se, por definição, a toda fuga para uma confortável transcendência.
A cosmovisão do agnóstico implica em uma moral assentada fortemente na afirmação universal da finitude como nota fundamental da realidade. Deste modo, o agnóstico é tudo menos um ser empobrecido. É a fuga do mundo para um “transmundo” desconhecido, e só enunciável em abstrato, o que mutila e empobrece o ser humano.
O agnóstico, enriquecido com todo o sedimento de contribuições da história universal, encontra, com o refinamento intelectual que exige sua cosmovisão, seu imperativo prático na “presença”, isto é, em “fazer-se presente” na análise crítica e autônoma do cotidiano em todos os níveis da finitude.
E é na abrangência social, cultural, política, econômica e histórico-religiosa destes níveis da finitude, que o agnóstico postula sua visão racional, propondo um código de valores que lhe é próprio, nunca como mera “negação”, porém sempre como clara “afirmação”.



domingo, 15 de maio de 2011

ATLÂNTIDA o continente perdido


PLATÃO - Foi esse filósofo grego quem trouxe ao mundo a história do continente perdido da Atlântida. Sua história começou a surgir para ele em ao redor de 355 A.C. Ele escreveu a respeito dessa terra chamada Atlântida em dois de seus diálogos – Timeus e Critias, ao redor de 370 A.C. Platão disse que o Continente ficava no Oceano Atlântico, próximo do Estreito de Gibraltar até sua destruição 10.000 anos antes.
Platão descreveu a Atlântida como anéis alternados de mar e terra, com um palácio no centro do “olho de boi”.  Ele usou uma série de diálogos para expressar suas idéias. Um dos personagens de seus diálogos, Kritias, conta uma história da Atlântida que está em sua família por muitas gerações. De acordo com o personagem, a história foi originalmente contada para seu ancestral Sólon, por um padre durante a visita de Sólon ao Egito.  
  

                                   
De acordo com os diálogos,, houve um poderoso império localizado a oeste dos “Pilares de Hércules” (o que agora chamamos o Estreito de Gibraltar) numa ilha no Oceano Atlântico. Essa nação havia sido estabelecida por Poseidon, o deus do mar. Poseidon era pai de cinco pares de gêmeos na ilha. Poseidon dividiu a terra em dez partes, cada uma para ser governada por um filho, ou seus herdeiros.
A capital da cidade de Atlântida era uma maravilha de arquitetura e engenharia. A cidade era composta de uma série de paredes e canais concêntricos. Bem no centro havia um monte, e no topo do monte um templo para Poseidon. Dentro havia uma estátua de ouro do deus do mar com ele dirigindo seis cavalos alados.  
Aproximadamente 9.000 anos antes do tempo de Platão, após o povo da Atlântida ter se tornado corrupto e cobiçoso, os deuses decidiram destruí-los. Um violento terremoto agitou a Terra, ondas gigantes vieram sobre as costas e a ilha afundou no mar para nunca mais ser vista.
Em muitos pontos nos diálogos, os personagens de Platão referem-se à história da Atlântida como uma “história real” . Platão também parece colocar na história muitos detalhes sobre a Atlântida que seriam desnecessários se ele pretendesse usar isso apenas como um instrumento literário.
Platão ainda conta como os atlantes cometeram um grave erro procurando conquistar a Grécia. Eles não puderam resistir ao poderio militar dos gregos e em seguida à derrota, um desastre natural selou seus destinos. “Timeus” continua: “Mas depois ocorreram ali violentos terremotos e inundações e num único dia e noite de infortúnio, todos os seus guerreiros afundaram na terra e a ilha de Atlântida desapareceu nas profundezas do mar.”
Platão conta uma versão mais metafísica da história de Atlântida em “Critias”. Aí ele descreve o continente perdido como o reino de Poseidon, o deus do mar. Essa Atlântida era uma sociedade nobre, sofisticada, que reinou em paz por séculos, até que seu povo tornou-se complacente e cobiçoso. Raivoso com sua queda da graça, Zeus escolheu puni-los, destruindo a Atlântida.
De acordo com Platão, Poseidon teve cinco pares de gêmeos com mulheres mortais. Poseidon designou o mais velho de seus filhos, Atlas, o Titan, como governador desta bela ilha. Atlas tornou-se a personificação das montanhas ou pilares que sustentavam o céu. Platão descreveu como uma vasta ilha-continente, a oeste do Mediterrâneo, rodeada pelo Oceano Atlântico. A palavra grega Atlantis (Atlântida) significa - a ilha de Atlas -, assim como a palavra Atlântico significa –o oceano de Atlas.
 
Pelos registros egípcios , Keftiu foi destruída pelos mares em um apocalipse. Parece que Sólon trouxe as lendas de Keftiu para a Grécia, onde ele passou para seu filho e seu neto.
Platão gravou e embelezou a história do neto de Sólon, Critias, o Mais Jovem. Como em muitos escritos antigos, a história e o mito eram indistinguivelmente intermisturadas. Platão provavelmente traduziu “a terra dos pilares que sustentam o céu” (Keftiu) como a terra do titan Atlas (que segurava o céu). Comparações com os antigos registros antigos de Keftiu identificam um número de similaridades com a Atlântida de Platão.
Quando Platão identificou a localização da terra que ele havia chamado Atlântida, ele a colocou no oeste – no Oceano Atlântico. Na verdade, a lenda egípcia colocava Keftiu a oeste do Egito, mas não necessariamente a oeste do Mediterrâneo. Descrevendo Atlântida como uma ilha (ou continente) no oceano Atlântico, suspeitamos que Platão estava simplesmente equivocado em sua interpretação da lenda egípcia que ele estava recontando.
Mesmo assim, Platão preservou suficientes detalhes sobre a terra, que sua identificação agora parece mais similar e muito menos misteriosa que muitos dos seguidores da nova era gostariam. É possível que a Atlântida fosse a terra da cultura minoana, principalmente as antigas Creta e Thera. Se esta hipótese for correta, Platão nunca percebeu que a terra de Atlântida já era familiar para ele.
Os registros arqueológicos mostram que a cultura minoana estendeu seu domínio pelas ilhas próximas do Egeu, aproximadamente de 3000 A.C. até 1400 A.C.. Creta, agora parte da Grécia era a capital do povo minoano , uma civilização avançada, com linguagem, exportação comercial, arquitetura complexa, rituais e jogos.
Parece que as ilhas relacionadas (ex. Santorini/Thera) podem ter sido parte da mesma cultura. Os minoanos eram pacíficos. Foi dito que um palácio de quatro andares em Knossos, Creta, era o capitólio da cultura minoana. A correspondência dos artefatos culturais minoanos com aspectos da lenda de Atlântida fazem com que se pense na identidade das duas. 
Uma dessas identidades poderia ser a dos combates com touros. De acordo com a lenda egípcia, os habitantes de Keftiu teriam combates ritualísticos com touros, onde os minoanos desarmados lutariam e pulariam sobre touros sadios. Esta mesma prática está ricamente ilustrada na arte minoana remanescente.
A lenda de Platão (egípcia)  também diz que a Atlântida era pacífica – isto é confirmado pela virtualmente completa ausência de armas nas ruínas minoanas e na sua arte – raro para povos daquela época. A lenda egípcia conta que havia elefantes em Keftiu; apesar de presumivelmente não haverem elefantes em Creta, os minoanos eram conhecidos como negociantes de marfim africano e parece que foram o principal acesso ao marfim para o Egito, vinte séculos antes de Cristo.
Os mapas da Atlântida feitos por Platão teriam semelhança com a geografia da antiga Creta.
Muitos mitos antigos da Grécia narram sua localização na Creta minoana, mais de dez séculos antes de Platão. Dédalo foi supostamente o arquiteto do palácio de Knossos. Lá ainda se podem encontrar ruínas que se acredita terem sido o labirinto onde vivia o legendário Minotauro, o monstro (meio-homem, meio touro) morto por Teseu.
Após mais de mil anos de domínio,a cultura minoana teve um final rápido, cerca de 1470 A.C..
Também o célebre apocalipse que, de acordo com os egípcios, consumiu Keftiu-Atlântida em um dia e uma noite, tem bases em fatos históricos. Os rastros de evidência conduzem à pequena ilha de Santorini (também conhecida como Thera, fica a 75 km ao norte de Creta) .
Santorini também era um local minoano e as ruínas podem ser encontradas pela ilha. Havia uma montanha no seu centro, provavelmente com 1500 metros de altura, até aproximadamente 1500 A.C.. Esta montanha era um vulcão; suas erupções começaram aproximadamente em 1500 A.C. e tiveram um clímax final aproximadamente em 1470 A.C.. Este vulcão era geologicamente similar ao Krakatoa, porém 4 vezes maior e provavelmente tinha o dobro da violência. A fúria da sua explosão final é inferida de amostras geológicas do núcleo, de comparação de com as detalhadas observações feitas no Krakatoa em 1883 e da obliteração simultânea de quase todos os estabelecimentos minoanos. Os registros de tempo geológico da explosão final do Santorini são muito precisos. O provável quadro seria este: no verão, cerca de 1470  A.C., o Santorini explodiu. As cinzas vulcânicas encheram os céus, encobriram o Sol e desencadearam granizo e relâmpagos. Uma pesada camada de cinzas vulcânicas choveu sobre o Egeu, cobrindo as ilhas e as plantações. Terremotos abalaram a terra e estruturas de pedra caíram com o movimento. Quando a enorme câmara de magma do Santorini finalmente entrou em colapso para formar a cratera, enormes tsunamis (ondas tidais) se espalharam em todas as direções.    
As vilas vizinhas de Creta foram inundadas e destruídas. A única estrutura maior que sobreviveu às ondas e aos terremotos foi o palácio de Knossos, suficientemente para escapar das enormes ondas. Porém, nos dias que se seguiram, as cinzas vulcânicas cobriram alguns locais e desfolharam a ilha. Passando fome devido às cinzas, com a maior parte de sua civilização eliminada, os minoanos remanescentes foram conquistados pelos miceneos da Grécia e Knossos finalmente caiu.


A ilha de Santorini moderna é agora a borda do vulcão – a cratera está coberta pelo mar Egeu. Diques de pedra pomes e cinzas vulcânicas marcam o seu centro, onde o vulcão permanece. Os novos habitantes de Santorini escavam as cinzas vulcânicas para fazer cimento – e ainda encontram ruínas antigas sob as pedras. As cinzas agora constituem o solo, oliveiras e árvores frutíferas cobrem a terra e a antiga Atlântida (Creta, Santorini e talvez outras ilhas do Mar Egeu) está quase que completamente enterrada.Os novos habitantes reconstruíram Creta, mas as ruínas mudas da antiga Atlântida ainda podem ser vistas.
 
- O Fim da Atlântida: Nova Luz sobre uma antiga lenda
A Atlântida era governada em paz, era rica em comércio, avançada em conhecimento e dominava as ilhas e continentes que a rodeavam. De acordo com a lenda de Platão, o povo da Atlântida tornou-se complacente e seus líderes arrogantes;como punição, os deuses destruíram a Atlântida, inundando-a e submergindo-a em um dia e uma noite. Embora Platão tenha sido o primeiro a usar o termo “Atlântida”, há antecedentes da lenda. Há uma lenda egípcia que Sólon provavelmente ouviu enquanto viajava pelo Egito e foi passada a Platão anos depois. A ilha nação de Keftiu, lar de um dos quatro pilares que sustentavam o céu, era considerada uma gloriosa civilização avançada que foi destruída e afundou no oceano.
Existe outra história semelhante à de Atlântida, mais significante em termos de época e geografia... e está baseada em fatos. A civilização minoana tinha uma grande e pacífica cultura baseada na ilha de Creta e reinou aproximadamente em 2200 A.C.. A ilha minoana de Santorini, mais tarde conhecida como Thera, tinha um imenso vulcão. Em 1470 A.C. ele teve uma erupção com uma força que se estima ter sido maior que a do Krakatoa, obliterando tudo sobre a superfície de Santorini. Os terremotos e tsunamis resultantes devastaram o resto da civilização minoana, cujos remanescentes foram facilmente conquistados pelas forças gregas. Talvez Santorini fosse a “Atlântida” real. Alguns argumentaram contra esta idéia, observando que Platão havia especificado que a Atlântida havia afundado há 10.000 anos, mas o desastre minoano ocorrera apenas há 1.000 anos. Pode ser que erros de tradução ao longo dos séculos alteraram o que Platão realmente escreveu, ou pode ser que ele estivesse intencionalmente encobrindo os fatos históricos para atingir seus propósitos. Existe ainda uma outra possibilidade – a de que Platão tenha inventado a história da Atlântida.
Mesmo assim, sua história do continente que submergiu cativou as gerações que se seguiram. Outros pensadores gregos, como Aristóteles e Plínio, argumentaram sobre a existência da Atlântida, enquanto que Plutarco e Heródoto escreveram sobre ela como um fato histórico. A Atlântida se tornou parte do folclore em todo o mundo, foi colocada em mapas oceânicos e buscada pelos exploradores.
 
EDGAR CAYCE (1877-1945) tornou-se o mais proeminente defensor de uma possível Atlântida. Amplamente conhecido como o Profeta Adormecido,, Cayce tinha a capacidade de ver o futuro e de se comunicar com os mortos. Ele identificou centenas de pessoas, incluindo a ele mesmo, como atlantes reencarnados.

Cayce disse que a Atlântida estava situada próxima da ilha Bimini, nas Bermudas. Ele acreditava que os atlantes possuíam tecnologias remarcáveis,  inclusive “cristais de fogo” extremamente poderosos que eles usavam para energia. Um desastre no qual esses cristais ficaram fora de controle foi responsável pelo afundamento da Atlântida, ele disse, o que parece com uma fábula de precaução sobre os perigos da energia nuclear. Tendo permanecido ativos abaixo das ondas oceânicas, os “cristais de fogo” danificados enviam campos de energia que interferem com os navios e aviões que passam – isto é como Cayce considerou as ocorrências do Triângulo das Bermudas.
Cayce profetizou que parte da Atlântida viria para a superfície novamente em 1968 ou 1969. Isso não ocorreu e nenhuma evidência foi encontrada de que ela já tenha estado lá. Mas muitos argumentam que deve ter existido uma Atlântida, por causa de muitas similaridades culturais nos dois lados do oceano, que não poderiam ter se desenvolvido independentemente , tornando a Atlântida quase que literalmente um “elo perdido”.
 
OUTRAS TEORIAS
Por K.T. Frost
K.T. Frost também acreditava que a Atlântida poderia ter sido parte da ilha de Creta, que antes de 1500 A.C.era a sede do império minoano. Escavações arqueológicas mostram que Creta no tempo minoano tinha provavelmente uma das culturas mais sofisticadas dessa época.
Então, num piscar de olhos, a civilização minoana desapareceu. Estudos geológicos mostraram que numa ilha que agora conhecemos como Santorinas, localizada dez milhas ao norte de Creta, ocorreu um desastre que teria sido capaz de destruir o estado minoano.
Houve uma explosão vulcânica quatro vezes mais poderosa que as do Krakatoa. A onda tsunami que se chocou com Creta deve ter  penetrado ilha adentro por aproximadamente meia milha, destruindo todas as cidades e povoados da costa. A grande frota minoana de navios afundou em poucos segundos. Durante uma noite o poderoso Império minoano foi esmagado.

Muitos dos detalhes da história da Atlântida se encaixam com o que é atualmente conhecido sobre Creta. As mulheres tinham um status político relativamente alto, ambas as culturas eram pacíficas e ambas apreciavam o esporte da luta com touros ritualística (onde um homem desarmado lutava com um touro).
Galanopoulos sugeriu que houve um erro durante a tradução do egípcio para o grego de alguns dos números e que foi adicionado um zero extra. Isto significaria que 900 anos atrás teriam sido traduzidos como 9000 e a distância do Egito para a “Atlântida” teria sido mudada de 250 milhas para 2500. Se isto é verdade, Platão, sabendo da geografia do Mar Mediterrâneo, teria sido forçado a assumir que a localização da ilha fosse no Oceano Atlântico. A exata localização da Atlântida não é conhecida, pois o continente se partiu em várias secções que se moveram em diferentes direções.
Muitos pesquisadores acreditam que a Atlântida esteja perto das ilhas dos Açores (grupo de ilhas pertencentes a Portugal, localizadas a aproximadamente 1500 km a oeste da costa portuguesa). Algumas pessoas acreditam que as ilhas são os topos das montanhas do submerso continente da Atlântida. Outros pesquisadores acreditam que a Atlântida foi um exagero da narração da destruição histórica de Thera e do Império Minoano . A ilha de Thera, também conhecida como Santorini, é uma ilha vulcânica localizada ao norte de Creta no Mar Egeu. Ao redor de 1500  A.C. ela foi devastada por uma explosão vulcânica que pode ter contribuído para a queda súbita da civilização minoana.  
-Antigos escritos dos astecas e dos maias, como o Chilam Balam, Dresden Codex, Popuhl Vuh, Codex Cortesianus e Manuscrito Troano também foram traduzidos como histórias da destruição da Atlântida e Lemúria.
-O livro Oera Linda, da Holanda é considerado um dos mais antigos livros já encontrados. Ele fala sobre a destruição da grande ilha atlântica por terremotos e ondas tidais.
-O antigo historiador grego Diodorus escreveu que milhares de anos antes dos fenícios, havia uma imensa ilha atlântica (no local em que Plartão descreveu que a Atlântida estava).
-Os hieróglifos fenícios foram encontrados em numerosas ruínas nas selvas da América do Sul e são tão antigas que as tribos indígenas próximas perderam as lembranças de quem as construiu.
-Diodorus escreveu que os atlantes tiveram uma guerra com os amazônicos!
-O grego Kantor relata uma visita ao Egito, onde ele viu uma coluna de mármore com hieróglifos sobre a Atlântida.
-O historiador grego Ammianus Marcellinus escreveu sobre a destruição da Atlântida.
-Plutarco escreveu sobre o continente perdido no seu livro Vidas.
- Heródoto, considerado por alguns como o maior dos historiadores antigos, escreveu sobre a misteriosa civilização da ilha no Atlântico e uma cidade nela se localizava exatamente onde a expedição do Dr. Asher encontrou exatamente isso!
- O historiador grego Timagenus escreveu sobre a Guerra entre a Atlântida e a Europa e disse que as tribos da antiga França diziam que ela era seu lar original.
- Pinturas brilhantes em cavernas francesas mostram claramente pessoas usando roupas do século 20: uma pintura levou a um complexo de pirâmides subterrâneo. O historiador e arqueologista francês  Robert Charroux o datou de 15.000 A.C..
-Claudius Aelianus se referiu à Atlântida em seu trabalho do século 3 – A Natureza dos Animais.
- Theopompos, um historiador grego, escreveu sobre o enorme tamanho da Atlântida e suas cidades de Machimum e Eusebius e sobre uma idade de ouro, sem doenças e sem trabalhos manuais.
-James Churchward escreveu diversos volumes de livros documentando escritos antigos que ele afirma ter traduzido a Sudoeste da Ásia, que se referem à Atlântida e Um, enquanto que o geólogo William Niven afirma ter escavado tabuletas idênticas no México.
- O Dr. George Hunt Williamson, que escreveu diversos livros em sua pesquisa da Atlântida e Lemúria em 1950, era um explorador antropólogo que foi mencionado no “Who's Who” nos Estados Unidos. Ele escreveu sobre como os descendentes dos incas o conduziram a um antigo manuscrito num templo nas montanhas andinas, que falava sobre a destruição da Atlântida e de Um, que possuíam uma tecnologia avançada, por terremotos e ondas tidais. Williamson também visitou dezenas de tribos indígenas nos Estados Unidos e no México, que lhe contaram sobre a Atlântida e Um, incluindo os índios Hopi.
- Tabuletas de Lhasa, Tibet e da Ilha de Páscoa. Está claro pelos escritos antigos, que a crença em Atlântida era comum e aceita pelos historiadores na Grécia, Egito e nos Impérios Maia e Asteca.
-Os bascos da Espanha, os guals da França, as tribos das Ilhas Canárias e dos Açores, uma tribo na Holanda e dezenasde tribos indígenas, todas falam de suas origens em uma grande perdida e submersa terra atlântica. 
Em “Timeus”, Platão descreve Atlântida como uma nação próspera que iria expandir seu domínio: “Agora nesta ilha de Atlântida havia um grande e maravilhoso império que governou em toda a ilha e em várias outras, e em partes do continente”, ele escreveu “e depois, os homens da Atlântida dominaram as partes da Líbia dentro das colunas de Hércules até o Egito e a Europa, até a Tyrrhenia.

Deuses astronautas, será possível ignorar os fatos?

artefato de Pelenque mostram as similaridades com a nossa tecnologia

artefatos encontrados no Peru, similares ao quê?


Vendo essas fotos, será que é possível deixar de aceitar que em algum lugar no passado o homem já se aventurou no espaço? Ou, melhor do que isso, será que os achados arqueológicos e evidências como essas demonstram algo mais além, como o de que algum dia, no passado, nossos antepassados receberam visitas de seres muitíssimos mais avançados que lhes permitiam viajar no espaço e tempo?
E não são apenas os povos sumérios que fazem referências a visitantes extraterrestres.
Os praticantes do Cristianismo e do Islamismo, crêem cegamente em um ícone divino criador de todas as coisas, mas têm sido enganados pelas falsas interpretações das escrituras onde estão descritas as atividades dos "deuses-astronautas" no passado:

A bíblia e o alcorão, versões cristãs e islâmicas do Antigo Testamento, são compilações de antigas escrituras sumérias e mesmo os textos Vedas hindus, foram influenciados pelos babilônios.

Nestes textos, os Anunnaki têm sido sistematicamente citados como "anjos" e "mensageiros do Senhor", criando, acidentalmente ou intencionalmente, um equívoco histórico que tem mantido a humanidade submissa aos cleros e aos governos seculares e manipuladores, que desde de milhares de anos se organizam em sociedades secretas, manipulando o antigo conhecimento mesopotâmico.
A Bíblia, e mais precisamente o Velho Testamento, estão cheios de referências à descida de naves interplanetárias e ao contato com seus tripulantes. Naqueles tempos, quando o conceito de céu se aplicava a algo acima da Terra, era natural que seres descidos do espaço fossem aceitos como de origem divina; em outras palavras, como "anjos". Gênese (VI, 4) fala-nos que "anjos descidos do céu casavam com mulheres terrestres, e tinham filhos com elas". O resultado dessa união seriam os Nefilins, seres de enorme estatura!
Coincidentemente esses gigantes são retratados em muitas outras culturas primitivas.


uma pegada fossilizada
pinturas retratando gigantes
O que podemos deduzir dessas imagens impressionantes? Seriam os Deuses astronautas?
afresco encontrada em caverna na Mesopotâmia







A batalha de Los Angeles


A foto submetida a filtragem para detectar fraude mas verificou-se
           que há um objeto no centro do foco dos holofotes.
 
Foto publicada em todos os jornais dos EUA
mostrando holofotes dos militares
apontados para os OVNI's






Na noite de 24 de fevereiro de 1942, vários moradores de Los Angeles ficaram espantados quando viram estranhos objetos lvoadores uminosos pairando sobre os céus da cidade, o que provocou pânico e medo.
A histeria foi geral, e muitas ligações foram feitas para os serviços de emergência.
Pouco tempo depois a cidade de Los Angeles foi tomada por tropas militares, sendo que o comando geral ordenou que fosse efetuado um “apagão geral” na cidade, com o objetivo de tentar facilitar a localização e identificação dos misteriosos objetos voadores.
Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a em torno de 300 km/h.
Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a meter chumbo grosso nos objetos.
Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores não foram abatidos e nem tão pouco danificados.

Manchete do "Los Angeles Examiner"

Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo.
No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes.
Alguns alegaram não ter havido nada, além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem comentar nada sobre a identidade dos misteriosos objetivos voadores.
Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora e não foram derrubados pela pesada artilharia anti-aérea disparada.
Após mais alguns comentários sem nexo, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas para sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país.
Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo, permanecendo em suas posições.
Questionado sobre o incidente, eEm nota, o governo japonês negou qualquer tipo de envolvimento com o misterioso acontecimento ocorrido, e mantém sua posição até dos dias de hoje.
Esse incrível caso ficou registrado na história Ufológica mundial e suas repercussões foram tão grandes, que até foi feito um filme com base nesse fato, chamado de “A Batalha de Los Angeles”.




Viajantes do tempo!

Em Novembro de 2000, alguém muito misterioso participou de um grupo de discussão na Internet, se autodenominando VIAJANTE ZERO e se declarando um viajante do tempo proveniente do ano de 2036!
Algum tempo mais tarde passou a se identificar com o nome de JOHN TITOR, passou a ser alvo de crítica e descrédito.
Talvez por ter ficado aborrecido com as gozações, para provar que estava falando a verdade, John Titor postou uma série de diagramas, manuais, esquemas elétricos a até mesmo algumas fotografias que supostamente seriam de sua máquina do tempo.
Segundo os cientistas, uma WORHOLE ou Buraco de Minhoca, seria uma hipotética estrutura do espaço-tempo com aparência de um túnel, daí o seu nome, conectando pontos diferentes no espaço e no tempo. E com base nessa teoria que hoje vem sendo secretamente desenvolvida pelos cientistas e físicos de vanguarda, notoriamente pelos EUA, um modo de possibilitar a abertura dessas passagens, verdadeiros ‘Stargates’  ou máquinas do tempo.


Albert Einstein, famoso cientista e físico, talvez o maior, já explanava teorias com essa maravilhosa possiblidade. O que Jonh Titor colocou na internet está muito a frente de nossa geração!
John Titor, revelou que a sua unidade ou vetor para viajar no tempo era denominada C204, utilizando quatro relógios de CÉSIO. E segundo ele, existiria um outro modelo, o C206 que utilizaria 6 relógios equipados com um sistema óptico para checar oscilações de freqüência, que possibilitariam fazer viagens seguras pelo o que ele chamava de ‘linhas mundiais de tempo’.

Segundo Titor, o C204 somente seria fabricado no futuro pela GE (General Electric), e que apenas o Exército Americano possuía sua patente.
O Army Model C204


Esquema de estrurua da máquina do tempo

Em Março de 2001, John Titor, que jamais revelou seu rosto e nem sequer revelou de onde provinham suas mensagens, anunciou que deixaria o nosso tempo e que retornaria ao ano de 2036. Depois disso, nunca mais se ouviu falar dele.
Seria a máquina de Titor?

Esse assunto foi muito levado a sério, e mesmo hoje existem investigações oficiais secretas e muitas especulações sobre o que realmente aconteceu. Muitos dizem que tudo não passou de um ‘HOAX’, ou seja, que tudo foi uma grande brincadeira de alguém que está rindo disso tudo.
Antes de partir, Titor divulgou a insígnia da sua equipe de viajantes do tempo, ou de uma expedição puramente militar. Quando foi indagado sobre as razões e motivos de suas viagens no tempo, Titor revelou que suas missões eram concebidas para colher informações e interceptação de certos itens necessários no ano de 2036. Revelou ainda que suas missões estavam alocadas entre os anos de 1960 e 1980.

A insíginia da equipe de viajantes do tempo de Titor
Mais tarde, declarou que houve uma outra antiga missão para 1975, com objetivo de interceptar um computador IBM modelo 5100, sendo um dos primeiros computadores portáteis fabricados, e que seria o único modelo capaz de ‘ler’ linguagens de programação perdidas no futuro. Isso faz sentido, pois Titor explicou o que aconteceria no nosso futuro imediato, Titor revelou sem qualquer margem de erro, eventos notórios, inclusive o atentado ao World Trade Center que viria a ocorrer no fatídico 11 de Setembro de 2001, revelou que em 2015 será deflagrada uma Terceira Guerra Mundial nuclear que vitimará 3 bilhões de pessoas!

Um computador como este foi levado por Titor

Segundo dizem, quando a IBM foi consultada, realmente deu por falta de uma das unidades portáteis modelo 5100 que estavam desativadas em um depósito como relíquias da Empresa. Mas John Titor revelou que a razão da IBM em preservar o modelo 5100 não era exatamente fazer um depósito e futuramente um museu.
Depois das revelações de Titor, um alto funcionário da IBM revelou que o modelo 5100 era, de fato, dotado de uma rara interface entre sua codificação e o emulador, que permitiria qualquer programador acessar TODOS os códigos da IBM, tendo sido esse o motivo da exclusão de tal função da interface por medo da concorrência e espionagem industrial.

IBM 5100

Além dessa missão, John Titor jamais revelou o objetivo de sua missão em 2001, e provavelmente esse não seria o seu nome verdadeiro a fim de evitar que fosse interceptado em nossa época enquanto ainda é jovem demais, Titor revelou que nasceu em 1998!
Existem outros fatos intrigantes que revelam a existência de viajantes do tempo.
Em Nova York, investigadores federais prenderam um enigmático aplicador de Wall street acusado de ter acesso a informações internas e privilegiadas tendo se tornado um aplicador movimentando uma quantia de 350 milhões de dólares com um capital inicial de apenas 800 dólares em duas semanas, e por incrível que pareça, na época em que foi preso, alegou ser um viajante do tempo do ano de 2256!

Fontes da comissão de segurança confirmam que Andrew Carlssin, de 44 anos, ofereceu essa bizarra explicação para seu incrível sucesso no mercado de ações.
“Mas o fato é que, com um investimento inicial de apenas 800 dólares, em duas semanas ele tinha um portfólio avaliado em 350 milhões de dólares.
Toda transação que ele fez deu lucros, mesmo sendo em áreas inesperadas dos negócios, o que não pode ser simplesmente sorte. Ele só pode ter conseguido através de informações internas ilegais.
Ele vai ficar sentado em uma cela na Ilha Riker até concordar em divulgar suas fontes”.
Quando investigadores pressionaram Carlssin durante o interrogatório, foram surpreendidos por uma confissão que durou quatro horas.
Carlssin declarou que viajou de volta no tempo a partir de 200 anos no futuro e que seu conhecimento de nossa época lhe permitiu acumular aquela fortuna em pouco tempo.
Tudo gravado em vídeo, teria revelado fatos históricos como a cura da AIDS e o real esconderijo de Osama Bin Laden. Em troca ele desejava permissão para retornar ao futuro em sua ‘nave temporal’. Recusou-se a revelar o paradeiro da sua máquina ou o seu funcionamento, supostamente com receio que a tecnologia ‘caisse em mãos erradas’.
Intrigante é o fato de os investigadores jamais terem encontrado qualquer registro sobre a existência de Andrew antes de Dezembro de 2002!


Querem outro caso intrigante?

Observem a foto abaixo:

Essa foto foi tirada na reabertura da ponte Fork South Bridge após a inundação de Novembro de 1940 no Canadá.
Observe o rapaz em destaque!
Ele está vestindo um tipo de moletom com uma camiseta estampada com um “M”. nitidamente é o único indivíduo vestido diferente em relação ás outras pessoas que estão no evento. São trajes típicos dos anos 1990 ou 2000, sem dúvida, pois, em 1941 não existiam esse tipo de traje. Observe seus óculos, esse é um modelo esportivo e característica que não existia naquela época.
Agora o mais interessante!
A máquina fotográfica parece ser um modelo moderno, pequena demais para a época onde as câmaras fotográficas eram enormes! Notem que o modelo possui teleobjetiva, tecnologia gritantemente moderna!


Não existem indícios de que essa foto tenha sofrido intervenção, com o objetivo de forjar isso tudo!
Seriam esses casos realmente evidências de que existem viajantes no tempo?

Fonte: http://www.alemdaimaginacao.com/Noticias/viajantes_do_tempo.html