sábado, 23 de maio de 2015

TREVAS - O Crepúsculo das Eras

Caros amigos!
Alguns sabem que há algum tempo estou em um projeto para escrever um livro de ficção-fantasia intitulado TREVAS - O Crepúsculo das Eras



Sobreviventes de um conflito nuclear e cataclismos naturais na Terra são resgatados por um estranho ser que os leva para fundarem um novo mundo. E 3600 anos depois, a humanidade se confronta com uma nova ameaça.
No início do projeto, o meu amigo Marcos Freitas me deu muito incentivo e agora estou retomando a obra após ter ficado engavetado por esses dois anos.
Em breve, criarei uma página no face onde contarei uma sinopse da história.
Para os amantes de ficção e fantasia eu lhes prometo prato cheio!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Bizarro!! O filme 'Batman vs Superman' foi cartaz em 'Eu sou a lenda'!

Durante a Comic-Con de 2013, os executivos da Warner Bros. e da DC Comics anunciaram o desenvolvimento de ‘Batman vs. Superman’, sequência de ‘O Homem de Aço’ que trará o Cavaleiro das Trevas.

Porém, o anúncio parece ser parte de um bizarro plano maior do estúdio: Uma cena de ‘Eu Sou a Lenda’, de 2007, mostra que o filme estava nos planos do estúdio há cinco anos atrás.

A cena em questão mostra o protagonista vivido por Will Smith procurando algum sobrevivente do apocalipse zumbi na Times Square, e podemos conferir o logotipo da produção.

E o mais estranho: o logotipo é praticamente o mesmo divulgado no painel da DC na Comic-Con.


Coincidência? Ou um apocalipse zumbi acontecerá antes da estreia do Blockbuster?


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Bóson de Higgs pode destruir o Universo, diz Stephen Hawking

bóson de Higgs tem potencial para destruir o Universo.
Essa é a conclusão do físico teórico Stephen Hawking em prefácio do livro “Starmus”, uma coletânea de palestras de cientistas e astrônomos, como Neil Armstrong e Buzz Aldrin.



Segundo Hawking, níveis energéticos muito elevados da partícula podem torná-la instável.
Esse processo causaria uma decadência catastrófica do vácuo, o que levaria a um colapso do espaço e tempo.
Porém, um desastre como este é improvável. Isso porque os físicos não têm um acelerador de partículas grande o suficiente para criar um experimento desse tipo.
Segundo Hawking, o potencial da partícula é preocupante apenas em níveis energéticos acima de 100 bilhões de GeV (giga elétron-volts, medida padrão para a massa de partículas subatômicas).
Mas uma máquina dessas precisaria ser maior do que a Terra e é improvável que seja financiada no atual clima econômico.
O LHC e a Partícula de Deus – Atualmente, o LHC, o Grande Colisor de Hádrons, do Cern (Centro Europeu de Pesquisa Nuclear), é considerado o maior acelerador de partículas do mundo.
É nele onde os cientistas buscam resolver as lacunas da física moderna.



O acelerador é capaz de colidir partículas, como prótons, quando dois feixes de energia são disparados em direções opostas.
A máquina faz as partículas subatômicas viajarem a velocidade da luz para simular as condições do Big Bang, explosão que deu origem ao Universo há mais de 14 bilhões de anos.
Foi dessa forma que os físicos comprovaram a existência do bóson de Higgs, também conhecido como Partícula de Deus.
Segundo a teoria moderna do Modelo Padrão, essa partícula e o campo energético a ela associada foram responsáveis por conferir massa à matéria após o Big Bang.
O Bóson de Higgs foi proposto há mais de 40 anos para explicar a origem das massas das partículas pelo físico Peter Higgs. Ele sugeriu que todas as partículas não possuíam massa logo após o Big Bang.
Conforme o cosmos esfriou, um campo de força invisível, o “campo de Higgs”, se formou com seus respectivos bósons (um tipo de partícula subatômica).
O campo permanece no cosmos e qualquer partícula que interaja com ele recebe uma massa através dos bósons. Quanto mais interagem, mais pesadas se tornam.
Nota: o bóson de Higgs ficou conhecido como Partícula de Deus após a publicação do livro "A Partícula de Deus: Se o Universo é a resposta, qual é a pergunta?", escrito em 1993 pelo físico Leon Lederman, ganhador do Prêmio Nobel.


domingo, 25 de janeiro de 2015

Nuvens em forma de disco voador, o que são?

Nuvens Lenticulares são formações estacionárias de nuvens, com formato análogo a fogo e lentes, que se formam em altitude. Normalmente alinhadas com a perpendicular da direção do vento, elas podem ser separadas em altos-cúmulos lenticulares estacionários (ACSL), estratocúmulos lenticulares estacionários (SCSL), e Cirrocumulus lenticulares estacionários (CCSL).
Quando ar estável e úmido flui sobre uma montanha ou cadeia de montanhas, uma série de ondas estacionárias podem se formar à sotavento da mesma. Se a temperatura na crista da onda descer abaixo do ponto de orvalho, o vapor de água em suspensão se condensará formando a nuvem lenticular. Na continuação do fluxo de ar, ao descer em direção a depressão da onda, a nuvem pode evaporar-se, razão para suas bordas características.
Sob certas condições, longas cadeias de nuvens lenticulares podem se formar próximo da crista de cada onda subsequente em um padrão repetitivo de nuvens que pode se estender por centenas ou até milhares de quilômetros. Visível em imagens de satélites como "costelas" de nuvens paralelas a uma cadeia inicial de montanhas, essa formação revela a presença do sistema de ondas.
Os sistemas de onda causam grandes movimentações verticais de ar, então se quantidade suficiente de vapor d'água se condensar, pode ocorrer precipitação.
As nuvens lenticulares já foram confundidas com OVNIs (ou como "esconderijo" de OVNIs) devido à sua aparência discóide. Cores fortes (chamada irização) são às vezes vistas nas beiradas dessas nuvens.